Archive for 2010

Devaneio do dia


by Vanessíssima em

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Alguém me acorda só em 2011, please?

Sem mais.

Grata.

Wishlist: I Loewe You Tonight (Loewe)


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Conheci na pele e gamei! Direto ao ponto: floral frutadinho, leve, fresco, delicado, alegre, elegante e luminoso. Em suma, cheirinho docinho de banho tomado. Ao contrário do que o nome sugere, achei uma fragrância diurna, ideal para usar no trabalho, inclusive em dias quentes. É do tipo que não incomoda ninguém (minha enxaqueca e minha rinite agradecem imensamente).


Notas saída de bergamota, mandarina, cassis e pêra. Na seqüência, jasmim, cravo, ciclâmen, peônia, magnólia e lírio do vale. Notas de fundo compostas por patchouli, sândalo, âmbar branco e almíscar.

Estou encantada e já quero pra mim. Promessa de ano-novo: em 2011, este perfume não me escapa.

Update: 2011 chegou e meu perfume também. Eu disse que o dito cujo não me escaparia, não disse? Catei logo um de 100 eméle. Rá!

Dica de presentes inusitados


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Quer arrasar no presente do amigo-secreto? Quer impressionar o bofe neste fim de ano? Pensando em presentear as amigas? Então, corre lá no site O Segredo do Vitório! Sabe aquele tipo de coisa diferentona, que faz o presenteado abrir um sorrisão e indagar “caraca, mas onde você achou isso?”? Lá tem!


Eu até ia postar aqui alguns produtos do site, mas é tanta coisa legal, que surtei na hora de escolher os exemplos e achei melhor não trazer nada pra cá, exceto o prendedor de roupa pen drive que ilustra o post. Sim, isso é um pen drive. Sentiu o drama, néam?

Eu adoro essa loja. De verdade. Já comprei lá e curti muito. Chega tudo bem rápido e super bem embaladinho. Não, não estou ganhando absolutamente nada da loja. É propaganda sincera mesmo. Fica a dica.

Perfume Melissa com precinho bão


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Quem avisa amiga é: perfume Melissa na Sack´s de R$ 129,90 por apenas R$ 59,90. Mas atenção: promo relâmpago, moçada! Pras melisseiras que curtem a fragrância, taí uma ótima pedida. Clica aqui e se joga!


Eu, particularmente, não amei esse perfume. Mas a coisa de cheiro é pessoal, néam? Enfim, a fragrância não é ruim não, mas também não achei sensacional a ponto de querer catar. Achei água de chuchu mesmo. Cheiro bonzinho e só, fresquinho, gostosinho, levinho, delicadinho e mais um monte de inho.

Ah, a oferta não vale para compras feitas por boleto, ok?

PS: O preço fica ainda melhor (12% menor) se você entrar por este link e der uma busca pelo perfume dentro do site depois.

Minhas mãos desejam: gel anti-bacteriano Bath & Body Works


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Não vivo sem gel antisséptico na bolsa. Quebra um galhão quando estou fora de casa, ou seja, quase sempre. Ultimamente tenho usado o de erva-doce da Natura, que é supimpa, pois não resseca a pele e tem um perfume delicioso. Já usei o de algas da Hi Clean e também gostei, mas o da Natura é meu preferido. Acontece que morro de vontade de provar algum da Bath & Body Works, que um dia irei catar no eBay. É isso.

Imagem do dia: Karl Lagerfeld


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Roupa nova


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Sim, mudamos de roupa. Optamos por um look mais clean e feminino. Tendência pura! Ou seria loucura?

Hein?


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Como uma encomenda sai pra entrega numa manhã qualquer, não dá as caras em casa, no dia seguinte consta como “saída não efetuada” e então sai pra entrega de novo? Como ela sai pra entrega pela segunda vez sem a saída ter sido efetuada na primeira vez? E o que seria a emblemática anotação à caneta “Ponto não atingido” na minha caixa? Sim, porque eu moro a três quarteirões do centro de distribuição dos Correios. Muito longe a ponto de não terem conseguido chegar? Enfim, coisas que só Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos faz por você! No mais, vou ali jogar na Mega Sena e já volto, pois consegui rastrear meu pacotinho (um viva ao sistema dos Correios!).

E digo mais, cara colega, se você está no aguardo de algo que será entregue pelos homens de amarelo, comece a rezar! Todo fim de ano é um caos, néam? Lembro que nesta mesma época em 2009 tive duas caixas extraviadas (um PAC e um Sedex). Pois bem, neste ano está pior (como se pudesse piorar). Sou a testemunha ocular da história. Encomendas mil para serem entregues há mais de um mês e nem o cheirinho delas aportou por aqui. Rastreio? Que rastreio? Isso existe? Ou melhor, isso funciona? Melhorando ainda mais, isso realmente serve pra alguma coisa?

Meu cabelo quer: Natura Choque Regenerativo


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E viva o Band-Aid Friction Block Stick!


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Minha amiga Irisoca, do Material Girls, descobriu a América e compartilhou. Quando ela falou sobre o Band-Aid Friction Block Stick, meus olhinhos se encheram de lágrimas. Seria o dito cujo a solução do meu entrave com a bonitinha e ordinária Melissa Severine (Seve, para os íntimos)? Porque, gente, essa sapatilha me come viva! Só sei que já havia tentado de tudo no afã de usar a bonita e nada dava jeito no martírio. Não conseguia passar nem sequer um único período do dia com ela nos pés (e olha que eu trabalho sentada!). Meu calcanhar e aquele maldito ossinho ao lado do dedão ficavam em carne viva. E eu voltava praticamente em prantos pra casa. Resultado: eu trocava de sapato na hora do almoço. De modos que catei um Band-Aid Friction blá blá blá pra mim no eBay.

E ele chegou. E eu fiquei com medo de usá-lo com a minha Seve. Sim, o trauma era grande. Então ele ficou guardado no armário até eu criar coragem. Pois bem, a coragem veio. Passei nos pés aquele negócio que mais parecia um desodorante stick e (rufem os tambores, senhoras), putz, nossa, meldels, caraca, DEU CERTO!!! Rojões, meu povo! Rojões! Nem acreditei. Quase chorei de alegria (yes, sou emotiva, sensível e delicada). Passei um dia INTEIRO com a Seve nos pés e nada, absolutamente nada, de vermelhidão, bolhas e otras cositas más. Atrito? Que atrito? Band-Aid Friction Block Stick é a glória!

Já marquei uma reunião com o Papa pra semana que vem. Na pauta do encontro: o processo de canonização da Irisoca.

PS: Penso cá com meus botões que a vaselina sólida seria uma boa alternativa ao Band-Aid de nome complicado, cuja composição é (a quem interessar possa) óleo vegetal hidrogenado, álcool cetoestearílico e perfume. Um dia eu testo. Agora sou corajosa! Rá!

Vida real


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Meu cabelo quer: dupla Silk + máscara Inner Restore, da Senscience


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Todos querem ser Carolina?


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Juro que tento entender porque meu nariz cisma que quase todos os perfumes que ele cafunga se parecem com o Carolina (Carolina Herrera). A coisa tá saindo do controle já. Incrível como ele (meu nariz) acha muitas semelhanças entre trocentas fragrâncias e o (quase sempre) querido Carol, adquirido por mim há um tempinho. Segue a lista dos ditos:


 Hypnôse Senses (Lancôme)

Coco Mademoiselle (Chanel)

Miss Dior Chérie (Dior)

Omnia Green Jade (Bvulgari)

O curioso é que nem morro de amores pelo Carolina (aquela saidinha dele me causa um certo enjôo às vezes). Ou seja, não é o amor que me faz ver o dito cujo em todos os lugares não.

Enfim, o bom disso tudo é que não tenho chances de ficar mais pobre. Quem tem um tem todos. E viva meu nariz problemático!

Amor, ódio e perfume


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Costumo ter uma relação de amor e ódio com alguns perfumes. Há dias em que amo determinada fragrância e fico com vontade de ter litros dela. Em compensação, algumas vezes eu mudo de idéia e passo a odiar a dita cuja. Isso acaba de acontecer com o Quizás, Quizás, Quizás (Loewe). Fico pensando porque meu nariz é tão inconstante. Bom, nem sempre o vilão é ele. Há uma dupla que me aporrinha e contribui pro imbróglio: rinite e enxaqueca. Sem contar o clima, que influencia pra caramba e é capaz de me fazer ter engulhos ao borrifar um docinho em pleno verão. Sabendo disso, evito determinados perfumes em alguns dias. Acontece que com o Quizás é diferente. Vivo uma relação sem fim com ele.


Tenho o hábito comprar amostras e minis no eBay para conhecer as fragrâncias, usá-las em diferentes situações e descobrir se posso ou não viver sem elas. Enfim, catei uma amostrinha do Quizás EDT. Quando ela chegou em casa, fui correndo provar e me senti sufocada por aqueles flores todas, como se eu estivesse no meu próprio velório. Bizarro.

Dias e borrifadas depois, encontrei poder naquelas flores, achei aquilo um perfumão e quis litros. Pra piorar, naquele dia mesmo me deparei com o dito em oferta. Como eu me conheço, me contive e não adquiri um frasco descente da criatura. Foi a sorte! Quando apliquei algum tempo depois, fui do céu ao inferno em dois segundos. Novamente aquilo não caiu bem em mim, e nem no maridón (a enxaqueca dele que o diga – yes, somos o casal enxaqueca). No fim das contas, planos cancelados e um sonoro “ufa, ainda bem que não comprei o vidrão”. Pois é, fui salva pela amostrinha.

Abre parênteses. Quando encontro o tester em alguma loja física, dispenso a compra de amostras. Mas volto na loja váááárias vezes, em dias diferentes, pra provar o perfume antes de decidir catá-lo de vez no mundo virtual por um precinho módico. Fecha parênteses.

Resta saber se eu voltarei a gostar do Quizás um dia. E, se isso acontecer, será que vai durar? Duvido! Eu me conheço. Amor e ódio andam juntos.

PS: Sim, o Quizás foi inspirado no manjado bolerão cubano de Oswaldo Farrés. E cá entre nós, a inspiração na música foi uma ótima sacada, pois ambos (canção e perfume) possuem notas! Rá! Ok, piada sem graça. Prontopassou.

Carolina Herrera é ícone


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Sem delongas: Carolina Herrera é ícone! Ícone de elegância pura. Simples assim. Ainda que ela não curta a palavra “ícone” (ela disse isso em uma entrevista), o fato é que ela é minha diva. Sou fascinada pelo modo como ela se veste. A indefectível combinação de camisa com saia longa é tuuudo (juro que me casaria assim se eu fosse mulher de se casar na igreja, mas eu não sou e, no mais, já estou casada)! Às vezes a barra da saia dela encurta e também causa um visual deslumbrante. E já notaram que o batom vermelho está sempre lá marcando (linda) presença? Aos 71 anos, ela prova que é possível ser clássica, moderna e elegante, tudo ao mesmo tempo agora. Quando eu crescer, quero ser Carolina Herrera. Saca só (se você clicar nas fotos, elas aumentam):









Enfeitando o cabelo


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Tô adorando horrores a coleção de verão das meninas do Pronto. Cortei. Tem cada acessório leeendo! Tô de zóio arregalado pra cima de tudo, com um desejo especial por essas flores aí da foto.


Não, eu nunca comprei lá e nem conheço as meninas, mas tenho pra mim que o que é bonito é pra ser mostrado, néam?

Frase do dia


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Cupcakes são como Barbies, você pode fantasiá-los de zumbi, encher de tatuagem, colocar uma serra elétrica do lado que vão continuar sendo “de menina”, by Coma Com os Olhos.

Pergunta que não quer calar


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Por que raios uma empresa faz uma festa de confraternização de fim de ano com o tema Havaí e me servem guacamole no evento? Sim, guacamole! Os mexicanos invadiram o Havaí e eu não fiquei sabendo?

Essa é para as Melisseiras


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Você é Melisseira?

Então não deixe de ler o que aconteceu com a Cecilia, mais conhecida no mundo melissístico como Clementine.

Leia também os comentários (inclusive, tem coment meu por lá).

Sem mais.

Nojo de loja metida


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Ontem botei na cabeça que precisava cafungar o Inspiration, da Lacoste (acima). Queria conhecer um perfume com cheirinho de limpeza (roupa limpa, mais especificamente) e ele me pareceu uma boa opção pelo que andei pesquisando. Acontece que fui parar numa lojinha que pelamor, viu?!

Perguntei pelo dito cujo e a vendedora me disse que havia vendido o último frasco há 15 dias. E então indaguei se eles teriam o tester para eu provar, pois eu não conhecia o perfume e adoraria senti-lo na pele.

E foi então que ela me fez uma cara de nojo e só faltou dizer pra fora o seguinte: “Pobre é foda mesmo. Nunca compra e só quer entrar na loja pra se perfumar”. Enfim, ela me disse isto (e de maneira bem idiota): “Não bem [ênfase no “bem”, eca], nós não trabalhamos com provador”.

Opa, como assim?! Trabalhar com provador é crime? Pega mal? É coisa de pobre? Sim, porque fui tudo isso que me pareceu segundo os critérios daquela loja.

Custava a moça ser simpática e dizer algo legal? Legal tipo isto: “Que pena, não trabalhamos com tester aqui na loja, mas o perfume é muito bom. Aliás, se você gosta desse estilo, vai adorar também o blá blá blá”. Simples assim. Ela me atenderia com simpatia, eu voltaria na loja, possivelmente compraria algo de meu interesse (e eu vi muita coisa lá que me interessou) e recomendaria o local para as outras pessoas. Agora ela estragou tudo! Rá!

Detalhes:
1. A loja em questão está localizada no centrão da minha cidade. Engana-se quem pensa que eu estava falando de loja de shopping.
2. Eu nem estava mal vestida ontem. E mesmo assim isso não seria desculpa!
3. A loja em questão é nova (foi inaugurada há pouco tempo).
4. A loja em questão está sempre vazia. Por que será, néam?
5. A vendedora estava num dia ruim? Então ela não sabe vender e deveria mudar de profissão. Atender o público é uma arte cuja primeira lição é tratar bem o cliente independente de qualquer coisa (seja a roupa do cliente ou a briga que a moça teve com a mãe naquela manhã).

Falando nisso, tem uma loja por aqui que eu adoro. Chego lá e deixo claro que só quero conhecer a fragrância. E as vendedoras são super simpáticas comigo sempre; borrifam tudo e mais um pouco, sugerem cheiros e trocam ótimas idéias comigo sobre perfumes. Se eu compro muito lá? Acho que só comprei uma ou duas vezes até hoje.

Não exijo tapete vermelho não, mas respeito como TODO e QUALQUER cliente merece.

Se eu achei o Inspiration? Não, ainda não.

Duas delícias da Bvlgari


by Vanessíssima em , ,

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Hoje cafunguei dois perfumes da minha amada Bvlgari: Omnia Green Jade e Omnia Crystalline. Ao me deparar com eles, imaginei que encontraria duas delícias, afinal a marca é expert (além de ser responsável por duas fragrâncias que eu amo, Blv Notte e Jasmin Noir). Não sei explicar, mas tudo deles me remete a requinte, riqueza, elegância e afins. O fato é que, realmente, encontrei mesmo duas delícias (familiares, diga-se de passagem).

Peônia branca, flor de pêra, jasmim, pistache, madeira amarela e almíscar fazem do Green Jade (acima) um floral verde, fresco, leve, vivo, encantador. Ele deixa um rastrinho envolvente e chique no ar. Depois da borrifada, meu nariz surreal se lembrou do Carolina (Carolina Herrera), do Miss Dior Chérie (Dior) e do Coco Mademoiselle (Chanel). De fato, o almíscar e aquele ardidinho característico estão presentes em quase todos eles (apenas o Chanel não tem almíscar). Como já tenho o Carolina em casa (que tem nota de madeira, a exemplo do Green Jade), e também uma amostrinha do Miss Dior Chérie, vou deixar o Bvlgari passar.


Já o Crystalline (acima) é absurdamente suave, clean, discreto, cristalino mesmo e com um toque cítrico. Flor de lótus, pêra japonesa, bambu, peônia branca (olha ela aí de novo), lírio do vale, âmbar, madeira balsa, sândalo e almíscar estão todos ali. Pense em algo elegante para se usar em um dia quente de verão e você pensará em Omnia Crystalline. Ele me remeteu ao Bright Crystal (Versace), que também conta com flor de lótus, peônia, âmbar e almíscar na composição. A diferença é que o Bvlgari consegue ser ainda mais leve do que o Versace. Como já tenho o Bright Crystal, não vou precisar do Omnia. Porém, se conhecesse o Crystalline antes, não teria comprado o Bright. O da Bvlgari é mais!

E pensar que saí em busca do Inspiration, da Lacoste. Morro de vontade de cafungar o dito cujo. Pena que não achei. Segue a procura.

Elogio (sincero) ao SAC da Avon


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Elogiemos! Comprei o Sérum Renew Clinical Luminosity Pro, mas não pude tirar proveito dele. Após usá-lo algumas poucas vezes, acabei com uma alergia leeenda logo abaixo do nariz. Di modos qui mandei um e-mail pro SAC da Avão relatando o ocorrido e solicitando minha graninha (que não foi nada pouca) de volta.

Dias depois recebo um e-mail mui gentil. Nele estava escrito que alguém da empresa entraria em contato comigo via fone em 24 horas, pois, neste caso, uma abordagem mais pessoal se fazia necessária. Ok, pensei cá com meus botões. Que seja! E o prometido aconteceu.

Recebi a ligação de uma atendente super simpática e atenciosa. Ela me fez algumas perguntas, explicou que todos os produtos da Avão são formulados de forma a diminuir a ocorrência de alergias, mas que elas podiam surgir e tal. Ela me instruiu a enviar o sérum de volta à empresa por Sedex e prometeu o reembolso do envio e do produto em 10 dias úteis após o recebimento da minha caixinha. Disse ainda que a Avão estava à minha disposição a qualquer momento para esclarecer, por fone ou e-mail, quaisquer dúvidas sobre o processo. Taí, gostei!

Encorajada pelo super tratamento que havia recebido até então, mandei meu sérum com a cópia do comprovante do Sedex dentro da caixa conforme solicitado. Detalhe: eu mandei com seguro, tamanho o medo de me dar mal (sim, eu já me dei mal algumas vezes). E, rufem os tambores: em oito dias úteis TODO o dinheiro estava na minha conta. É assim que se faz, Avão!

Abre parênteses: quando pedi o seguro adicional (aqui o seguro automático pra Sedex é de apenas R$ 50, sendo que o produto que eu estava enviando custava R$ 120), o cara dos Correios fez uma cara de espanto pra lá de surreal. E lá veio o discurso: “Ok, senhora, mas saiba que o seguro não seria necessário, pois o Sedex é a forma de envio mais rápida e segura que existe e não extravia”. Putz, por que ele foi falar isso justamente pra mim? Por que? Por que? E lá fui eu: “Bom, eu já tive várias caixas de Sedex extraviadas. Sim, várias! Não uma, mas várias. Então eu quero o seguro sim!”. Mas a minha vontade foi soltar: “Cara, minha segurança sai por 77 cents a mais no valor da postagem, pô! Me deixa em paz e posta logo isso!” Fecha parênteses.

Verdade seja dita: eu já era fã da Avão (aliás, disse isso a eles quando me ligaram; bom, eu não disse Avão, né? disse Avon). E fiquei mais ainda depois de tudo. Em todo o momento fui tratada com respeito e atenção. Cumpriram todos os prazos certinho e sem que eu tivesse que pegar no pé. Milagre? Hum, acho que não. Tomara que não!

Confesso que, no começo, fiquei fortemente com medo de entrar em contato com o SAC deles. Haja vista minha experiência traumática com o SAC de uma outra empresa de cosméticos (a novela toda está aqui neste blog). Sem contar que li muitas reclamações na internet justamente sobre o serviço de atendimento ao consumidor da Avão (bão, eu também havia lido inúmeros elogios ao SAC da outra empresa antes). Enfim, como meu sobrenome é fé e eu não sou filha do milionário Donald Trump, me joguei na experiência. E deu certo! Rá!

Tomara a concorrente esteja lendo este meu post, néam? Porque convenhamos...

PS: O ser humano é um bicho besta mesmo. A gente não devia ficar feliz nessas horas, afinal é obrigação da empresa tratar bem os consumidores. Só que o mundo anda tão complicado, que a nossa vontade é soltar rojão quando isso acontece. Bizarro.

Nova e revolucionária coloração da L’Oréal


by Vanessíssima em ,

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O nome dela? Inoa! O que tem de diferente? Muitas coisas, entre elas: não possui amônia, fixa o pigmento no fio por meio de um óleo e não tem cheiro. Onde achar? Só em alguns salões, já que a aplicação é um pouco complicada. As cores são lindas, o resultado final é bárbaro e eu quero! Com vontade de saber mais sobre? Clica!

Lendas urbanas virtuais


by Vanessíssima em ,

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Pra quem acredita em tudo que vai parar na caixa de entrada (sim, tem gente que acredita), seguem dois links interessantíssimos especializados em lendas urbanas virtuais:

e-farsas.com - Com direito a newsletter e ranking

Quatrocantos.com - É possível pesquisar no índice alfabético e no cronológico

Ainda que você não faça parte da turma do "eu acredito", vale uma olhada nos sites. No mínimo, você terá assunto pra puxar conversa com alguém ou, melhor ainda, terá condições de desmentir aquele seu colega de trabalho que acha mesmo que a Nokia vai dar um celular para quem repassar o tal e-mail para 200 pessoas.

Frase da semana


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Calorias são pequenos vermes inescrupulosos que vivem nos guarda-roupas e, à noite, ficam costurando e apertando as roupas das pessoas.

(autoria desconhecida)

Apenas um desabafo


by Vanessíssima em

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Fico abismada com este mundo. Hoje peregrinei em busca de um antiinflamatório. Indicação médica, ok? Saí com a idéia de catar um medicamento genérico como dantes. Afinal, reza a lenda que os genéricos são mais baratos. Caí pra trás quando comparei os preços. O remédio de marca era MAIS BARATO do que o genérico! Como assim?! Nem sei porque resolvi pesquisar isso hoje. Vinha tomando o genérico até então, sem questionar. Eu era tão feliz, achando que estava fazendo economia. A ignorância é uma benção.

Você dá valor ao spam?


by Vanessíssima em ,

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Eu dou. Já consegui tanta coisa legal por meio dele. Juro mesmo. Evidente que não leio um por um. Tenho trocentas contas de e-mail e fica inviável ler tudo o que chega. O fato é que eu bato o olho com carinho naqueles e-mails vindos principalmente das lojinhas onde costumo comprar ou das marcas dos produtos que eu sempre uso. Aquilo que sobra – um montão de porcaria, por sinal, e quase sempre relacionada a Viagra e heranças milionárias de parentes da África (?) – vai pro lixo sem nem sequer ganhar uma passadinha de olhos.


Mas por que eu tô fazendo este post? Bão, porque papeando com o povo, notei que muita gente deleta direto e sem ler qualquer coisa que não tenha vindo de um amigo, ou de um parente, ou do chefe, ou da vizinha, ou de um outro alguém conhecido. Ah, se esse pessoal soubesse de cada coisa preciosa que acaba indo pro lixo: de cupons de descontos fantásticos (já consegui 20% numa dessas) a assinaturas grátis de revistas, passando por avisos de lançamentos de produtos maravilhosos, concessão de frete grátis, anúncio de ofertas, oferecimento de amostras e tal.

O mais engraçado de tudo é ouvir, desse mesmo pessoal, coisas do tipo: “Nossa, como você consegue tudo barato?"; "Como você descobriu esse produto incrível antes de mim?"; "Como você soube disso se o negócio nem começou a ser vendido?”. Elementar, meu caro povo: eu dou valor ao spam! Ok, desprezemos as mensagens bizarras, os vírus, as tentativas de pishing e afins.

PS1: Há que defenda que uma propaganda de algo não é necessariamente spam. Neste caso, o termo corporativo pra isso seria “mala direta”, já que nela existe a opção de se “descadastrar” e tal. E quer saber? Eu não concordo. Pra mim, até newsletter é spam. Sim, eu sou radical, purista mesmo. Pra mim, só não é spam a conversa direta com alguém via e-mail (do tipo um pergunta e o outro responde). Qualquer coisa além disso, mesmo com o meu consentimento, é spam, já que o e-mail em questão não foi enviado UNICAMENTE, EXCLUSIVAMENTE, APENAS, TÃO SOMENTE pra mim.

PS2: Sabe como surgiu o termo “spam”? Não? Então clica! E não deixe de ver a esquete do Monty Phyton (procure no YouTube). Ela é ótima (eles sempre são ótimos, aliás).

Mas hein?!


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Sacaram o que é isso que aparece na foto? Quem respondeu que é um cotonete gigante errou. Aliás, quem respondeu que o treco é qualquer coisa exceto um depilador facial errou feio. Sim, eis aí um depilador facial, senhoras! Legal, né? Totalmente manual, super green. Basta entortar o negócio pra baixo formando um U invertido, encostar no rosto, girar as pontas e adeus pelinhos! Super gostei, mesmo sem ter um. Aliás, é pra ontem ter um, hein?! Custa tão pouco lá fora. Minha amada Deal vende. No eBay você também acha. Fuça lá.


Update: Não me contive. Catei um na Deal. Vejamos qualé.

Meus cabelos desejam: Linha Curl Define, da Senscience


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Sonho de consumo: Linha Red Rice, da L'Occitane


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Deu no site da Folha: Alisador de cabelos brasileiro está sob suspeita de causar efeito tóxico


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Eis uma matéria pra ser lida inteira. Vá por aqui.

Mania de(a) loja


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Eu queria fazer um post sobre a mania que as lojas têm de dizer “não temos, portanto não existe” ou “se nós não temos, ninguém tem, então você não vai achar”. Tenho ouvido muito isso por aqui ultimamente. E é claro que a frase quase sempre vem acompanhada por uma linda cara de espanto por parte da vendedora em questão. Sinto como se eu procurasse o impossível, como se eu quisesse algo que o homem ainda não tivesse inventado, como se eu tivesse vindo do futuro, como se eu estivesse pedindo um notebook com Windows 7 em plena década de 30. E pensar que tudo o que eu queria era o batom mate da Koloss e tal gancho pra pendurar bolsa. O batom vai ter que esperar (já que ele custa pouco e está fora de cogitação comprá-lo em qualquer loja virtual em função do frete inimigo), mas o gancho tá vindo do eBay. Será que essas mocinhas das lojas por onde passei já ouviram falar em internet? Enfim, eu queria fazer um post sobre isso, mas não vou fazer não.

Moscas manteiga


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Pesquisando imagens de borboleta no Google (sim, eu faço isso às vezes), encontrei algo que me tirou do sério: uma coleção leenda de jóias da Van Cleef & Arples inspiradas nesses bichinhos sensacionais. Saca só:





Tenho fascínio por borboletas em função de dois motivos: 1. por todo o simbolismo que elas carregam; 2. por ter uma espécie chamada Vanessa (rá!)

Post scriptum: Pra quem não sacou o título do post: borboletas = butterflies (em inglês), sendo butter = manteiga e flies = moscas

Manifesto “Pensando em mudar o cabelo”


by Vanessíssima em , ,

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Já disse e repito: sim, eu tenho problema. Acontece que eu não suporto que me chamem de “loirinha”. Não mesmo! Juro que não sei bem o que tenho na cabeça, afinal eu sou loira. De modos que eu reviro os olhos quando dizem “aquela menina loirinha ali”. Primeiro que já tô nos 30 e, portanto, minha fase menina já passou faz tempo. Segundo que “loirinha” é muito inha demais pra mim. Ok, eu tenho um 1,60m de altura, mas não precisam apelar, néam? Enfim, meu cabelo é loiro escuro chocho natural e há muitos anos venho fazendo luzes mais claras por cima de tudo, pra dar aquela iluminada bonita. E há um certo tempo tenho me cansado disso.

Verdade seja dita: fazer luzes é um saco (custa caro, demora horas, precisa de retoques periódicos, deixa os fios muito frágeis, etc e tal). Não bastasse isso, tô de saco cheio desses estigmas que as loiras “conquistaram” (nem preciso dizer quais, certo?). No mais, tenho botado reparo em tanta loira não-ornosa na rua esses dias, que às vezes me sinto envergonhada, culpada, brava e sei lá mais o quê, tudo por fazer parte do clube. Diante do exposto, eu cá com meus botões tenho pensando seriamente em pintar o cabelo de preto. Sim, preto mesmo. No duro, como diria SS (lê-se, Silvio Santos). Sem medo de ser feliz.

Deixe-me contar: quando era mais nova (viu como eu não sou menina?), vivia mudando o cabelo. Como nunca fui medrosa e meus fios são uma espécie de capim (é, eles crescem muito e muito rápido), me jogava na vibe camaleoa sem dó. Já tive cabelo de todos os tamanhos, do super curtinho ao super longo, e de todas as cores (exceto as fantasia; essas são departamento da minha irmã). De uns anos pra cá sosseguei e deixei rolar, ficando nas luzes e alternando entre os cortes de tamanho médio (ora mais pro médio-curto, ora mais pro médio-longo), tudo isso, muitas vezes, a contragosto, pois não raro eu surtava querendo uma mudança radical. Mas ficava com uma preguiiiiiiiça, e deixava a vontade passar.

Abre parênteses. Confesso que parei de investir no meu lado camaleoa quando saí da faculdade e virei assalariada, gente grande, gente responsável, em suma, gente que é julgada o tempo todo, em especial no ambiente de trabalho (meu ganha-pão é um tanto quanto sério, na medida do possível: hoje sou jornalista assessora de imprensa na iniciativa pública, mas já trampei em jornais diários nas editorias menos ousadas do métier, como Cidade, Economia e até Política). Aí a festa acabou e no more experimentações capilares. Fiquei com preguiça de ser julgada. Fecha parênteses.

Então, agora bateu uma vontade de pintar meus fios cacheados de preto (de novo). Quero só ver como vou ficar no look black hoje, neste momento “sou mais velha e meu cabelo está mais longo que antes” (quando coloria feito louca, era adepta do curtinho – hoje meus fios estão um pouco abaixo dos ombros). Bão, quero muito. Quero com força, ainda que eu seja uma pessoa rosa (passei do branco transparente há muito tempo). E já vou me preparando pra ouvir “aquela menina branquinha de cabelo preto”.

O problema é que eu tenho problema. Diante disso, pode ser que eu desista da idéia de escurecer as madeixas e esteja falando isso tudo porque fiquei decepcionada com a cabeleireira que fez minhas luzes mês passado (o resultado ficou muito aquém do esperado). Pode ser que eu resolva ser ruiva. Pode ser que eu pinte de preto e canse da cor em pouco tempo (e aí passe um perrengue danado pra me livrar dela, o que dará vida a um longo post, como este, sobre o tema). Pode ser que eu opte por raspar a cabeça e vá parar num mosteiro. Esta sou eu.

PS: Busquei no Google uma pessoa tão rosa quanto eu (com sobrancelhas clarinhas e tudo) e que ostentasse cachos largos (como os meus) na cor preta. Não achei. Então ficaremos com a foto da Dona Arósio (acima), que ilustra o tipo que cacho que eu tenho. Agora imaginem este cabelo na Dona Nicole Kidman desta foto, que ilustra a cor da minha pele, mas com as sobrancelhas da Dona Ximenes nesta foto, que ilustra o quão claras são minhas ditas cujas. Será que fica legal? Quanto a cor atual dos meus fios, bom, é esta, da Dona Sarah.

Reflexão sobre o layout


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Eu devo ter algum problema. Eu não sossego com o layout deste blog. Cada hora taco um. É a vida. É o blog.

Frase do dia


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"Antes as pessoas iam à missa, agora elas vão ao shopping center", por Gilles Lipovetsky.

Veio daqui.

Jorge Bucay recomenda amar de olhos abertos


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Segue abaixo uma entrevista/aula incrível que o psicólogo e escritor argentino Jorge Bucay (foto) deu pra Folha de S. Paulo. O tema? Amor! Ele esteve no Brasil pra lançar o livro “Amar de Olhos Abertos”. (Bom, normalmente eu posto trechos da Folha por aqui, mas desta vez não deu; tive que postar a entrevista todinha, de tão boa e reveladora.)


Folha - O que significa amar de olhos abertos?
Jorge Bucay - Gosto de uma definição que diz que o amor é a simples alegria pela existência do outro. Não é possessão, nem felicidade necessariamente. E por isso "com os olhos abertos". O amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é.

Por que tanta gente prefere a intensidade da paixão, mesmo sabendo que é efêmera, a construir algo mais sólido?
É maravilhoso estar apaixonado e muitos preferem a intensidade superficial à profundidade eterna. Mas me pergunto como as pessoas pensam em ficar somente nisso. Qual o sentido de estar apaixonado perdidamente o tempo todo? Penso que é uma questão de maturidade. Também tem a ver com a nossa sociedade, que adora emoções intensas. Procuramos correr mais rápido, chegar antes, desfrutar intensamente. A paixão é como uma droga: no seu momento fugaz faz pensar que você é feliz e não precisa de mais nada. Um olhar, uma palavra te levam aos melhores lugares.

Como construir uma relação mais profunda?
Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência. Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos. Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.

O livro diz que as relações duram o que têm que durar, sejam semanas, seja uma vida.
Duram enquanto permitem que ambos cresçam. Significa conhecer-se, gostar de si mesmo, conhecer seus recursos e desenvolvê-los. Ao lado da pessoa amada, está a melhor oportunidade para isso. E essa é uma condição para construir um relacionamento. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre.

O que leva ao fracasso?
Um dos grandes motivos de fracasso é não trocar intensidade por profundidade, viver querendo voltar aos tempos da paixão. Outro ponto de conflito é que as pessoas não conseguem deixar o papel que desempenhavam antes de casar, querem continuar sendo o "filhinho da mamãe", ou o "caçulinha da casa". Outro problema é a intolerância, a incapacidade de aceitar as diferenças, as pessoas discutem pelo dinheiro, pela criação dos filhos e, por fim, morrem sufocadas pela rotina.

E como enfrentar esses problemas ou desafios?
É preciso amor, atração e confiança. Comparo esses pilares a uma mesa de três pés. O tampo da mesa seria um projeto comum firme. Se faltar qualquer um desses elementos, a mesa cai. E sobre tudo isso deve-se montar outras coisas, como a capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas, de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis. Às vezes a terapia ajuda, às vezes é um bom passaporte para a separação.

Como saber quando a relação chegou ao fim?
Se sinto que estou sempre no mesmo lugar, que me entedio, que não tenho vontade de estar com o outro, se sempre que saímos precisamos sair com outros casais pois não ficamos bem sozinhos, quando piadas como "o idiota do meu marido" ou a "bruxa da minha mulher" se tornam frequentes, algo não está funcionado.

Fonte: Folha.com

Vem álbum novo do R.E.M. por aí


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Eu juro que tô ali no meio

Minha banda preferida anunciou para 2011 o lançamento do novo álbum de estúdio. Já estou em cólicas! Adoro! Adoro tanto que encarei 18 horas de viagem de busão (9 na ida e mais 9 na volta), fiquei dois dias sem tomar banho, peguei uma baita insolação e voltei com os tornozelos do tamanho das minhas coxas (que não são nada finas), tudo isso só pra vê-los no show histórico que eles fizeram no Rock in Rio em 2001. Sim, eu estava entre as 170 mil pessoas juntas naquele 13 de janeiro. Foi lindo, cara!

Essa é pra quem tem alergia (como eu)


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Quem tem alergia sabe o quanto a coisa é bizarra. Não raro, a peregrinação por diversos médicos em busca de uma solução - ainda que temporária (já que alergia não tem cura) - é parte da rotina. Eu já perdi as contas de quantos médicos eu já vi por causa dos meus tormentos. Também conto nos meus dedos empolados quantas vezes tive sucesso. O fato é que a Miss Alergia aqui sofre diante de quase tudo. Rinites e dermatites preenchem meu cotidiano. Nem vou citar o que causa reação nesta que vos escreve, pois a lista é longa e não quero deprimir ninguém. Também não vou contar as agruras por que passei em função disso tudo. Não vou falar da dermatite que me acompanhou por cinco anos no dedo indicador da mão direita (sou destra) 24 horas por dia, 365 dias no ano. Também não vou contar sobre a vez em que fiquei sem paladar ao longo de seis meses por causa de uma rinite sem fim. Não vou dizer que há uma década não sei o que é esmalte (mesmo o hipoalergênico, que pra mim é uma piada sem graça). Não vou comentar que todas as minhas calças jeans têm um pedacinho de tecido de algodão costurado atrás do botão, onde ele encosta na pele, etc e tal. Em suma, não vou explicar nada. Vou apenas recomendar um blog excelente sobre o assunto, o Blog da Alergia. Passa lá, colega!

Deu na BBC Brasil: Cientistas criam tecido em forma de spray


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Trechinho:

Um tecido que pode ser borrifado na pele ou em outras superfícies para fazer roupas, curativos médicos e até cortinas e estofados foi apresentado nesta quinta-feira.

O material, desenvolvido por um acadêmico e estilista espanhol, Manel Torres, em parceria com Paul Luckan, especialista em tecnologia de partículas do Imperial College London, foi batizado de Fabrican Spray-on.

Uma vez aplicado na pele com tecnologia aerosol, ele seca instantaneamente, não forma costuras, pode ser lavado e vestido novamente.

Leia a matéria completa, com direito a vídeo de apresentação da invenção, aqui.

Legal, néam?

Sex Pistols lança perfume. E eu já quero cafungar!


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Pois é, não se fazem mais punks sujos como antigamente não. A banda Sex Pistols acaba de lançar uma fragrância unissex. Sim, é isso mesmo! Tem perfume dos mega expoentes do punk rock na pista, gente! Quem cometeu essa loucura? A marca francesa Etat Libre D'Orange. A caixa é inspirada no famoso desenho do single God Save the Queen. E o mais bizarro: o vocalista Johnny Rotten (Joãozinho Podre, em bom português) esteve diretamente ligado ao processo. E vem mais por aí: já prometeram um sabonete pro fim do ano. Rá!

Quer saber? Eu acho tudo isso uma fina ironia da banda inglesa. Tem gente que vê nisso oportunismo, traição do movimento e tal. Eu não. Eu vejo uma espécie de escárnio. Será que tô vendo coisa?!

No mais, não me estranha a vibe dos caras. Pra quem não sabe, eles eram vestidos pela estilista Vivienne Westwood (Tia Vivi, para as Melisseiras como eu), viúva do empresário da banda, Malcon McLaren.

Well, como eu curto Sex Pistols e amo um perfuminho, eu tô é doida pra cafungar a tal fragrância. Pena que ela não está sendo vendida por aqui. Mas nada que um site gringo não resolva, neám?

Volta, Palmirinha!


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Tô em campanha: Volta, Palmirinha!


Cara, eu aprendi a cozinhar com ela, sabia?

Desde que me casei (há 6 anos), passei a cozinhar com gosto graças a Palmirinha. Ela me ensinou tanta coisa...

Tá certo que moro longe do ninho materno há uns bons 11 anos e devia ter criado vergonha na cara há mais tempo. Mas época de faculdade não conta muito não (naquela fase da vida, minha dieta era restrita a Miojo, arroz com Nugget e chocolate).

O fato é que a Dona Palmira conseguiu me convencer a preparar um rango gostoso pro maridão. E deu certo! Super certo, aliás! Pois é, meu arroz é perfeito por causa dela e minha torta de limão arranca elogios.

Bão, podem falar o que quiserem, mas Palmirinha é uma excelente comunicadora. Quem mais pega a gente pelo estômago com um apelo emotivo enorme sob uma autenticidade raramente vista na TV hoje em dia? Quem? Sim, eu sou uma entre tantas que tinham a sensação de assitir a um programa apresentado pela própria avó.

É uma pena que hoje ela esteja longe da TV. Volta, Palmirinha!

PS.: Este texto aqui ilustra bem quem é realmente essa grande mulher.

Sobre a obrigatoriedade do voto


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Uma boa idéia


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Fiquei feliz da vida quando me deparei com um texto me apresentando ao furoshiki. Mas que coisa legal! Confesso que não conhecia. Você conhece? Pra quem fez cara de interrogação quando leu a palavrinha estranha no começo do post e pensou em responder um sonoro “não” à minha pergunta, lá vai: furoshiki é uma técnica japonesa milenar que consiste em embrulhar objetos com pano. Uma super alternativa aos papéis de presente. Sim, senhoras! E viva o pano! Nada de usar papel. Sejamos ecofriends e estilosas, néam?


Fazer seu próprio furoshiki é simples: basta um tecido quadrado, de preferência seda ou algodão, liso ou com estampa. O lance é amarrar as pontas do pano e fazer um nó (o objeto estará lá dentro do embrulho, claro). Como? Aqui a gente aprende direitinho.

Duvido que o presenteado não curta ganhar um mimo carinhosamente embrulhado em tecido. Duvido! De quebra, a pessoa ganha um lenço pra enxugar as lágrimas de felicidade (ou de decepção) que rolarão quando ela abrir o pacotinho. Enfim, de qualquer jeito, a pessoa ganha um lenço também. Rá!

De volta


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Depois das merecidas, é como diria Elba Ramalho: estou de volta pro meu aconchego. O problema é que vem aí um feriadão, então já viu.

PS.: Roupa nova sim, senhoras!

Férias


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Fechado para balanço.

Portas abertas novamente em setembro.

Obrigada pela preferência.

Photoshop? Imagiiiiiina!


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As descobertas feitas pelo Photoshop Disasters são impagáveis. O blog é especializado em edições erradas feitas com o Photoshop (detalhe que todas elas saíram na mídia sem que ninguém notasse, exceto o blog, claro). Tem até a Whitney Houston e suas três mãos. Corre lá pra ver!

MaxMara EDP é mara!


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Criado em 2004 pela grife Max Mara (ah, vá!), este floral musk amadeirado acaba de me conquistar. Pena que não me deparei com ele antes. Meio complicado de achar no Brasil, ele é facilmente encontrado por precinhos convidativos nas lojinhas gringas que, graças, enviam pra cá. Um perfume chique e delicado e ponto final. Cá entre nós, tenho pra mim que perfume elegante é perfume discreto e delicado (gente verdadeiramente phynah é adepta do “mínimo é mais”, néam?). Em suma, MaxMara é brilhante, luminoso, fresco, versátil e feminino, do jeitinho que eu gosto. Algo como uma segunda pele, sabe? Curingão, ele mistura cana-de-açúcar, gengibre, limão siciliano, orquídea, magnólia, almíscar e madeira. Só podia ser bom, certo? Não, ele vai além! MaxMara é mara!

Se joga no Cafofo Fino!


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Conhece o Cafofo Fino? Meu blog preferido sobre "dicas de decoração, design e outras coisas finas". Vale uma olhada diária. E se vale!

Deu no Terra: Cachorro estrela campanha de maquiagem


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Trechinho:

Nem Gisele Bündchen, nem Lara Stone, e muito menos Anja Rubik. A grife de cosméticos Nars escolheu um cachorro da raça Bulldog Francês como "garoto-propaganda" da linha Pro Prime, que promete sumir com as rugas, fixar a maquiagem e preparar a pele para os outros produtos de beleza.

Leia tudinho aqui.

O escolhido é este aí da foto.

Sem mais.

Que perfume era aquele? Agora eu sei!


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Admito que sofro de um certo grau de idiotice crônica. Sou incapaz de parar alguém na rua pra perguntar que perfume delicioso é aquele que a criatura em questão está usando. Bobice, né? Pior que eu sofro tanto depois. E como sofro! Fico com aquele cheiro na cabeça (e no nariz), querendo saber qual fragrância era.

Outro dia passei ao lado de um rapaz com um cheirinho sublime de bombom. Segui adiante imbecilmente como se eu não tivesse olfato. Queria aquele perfume pra mim. Mas a vergonha falou mais alto.

Há alguns anos, voltando da academia, topei com uma moça saindo de um pet shop, exalando um aroma magnífico e sensacional. Fiquei com aquilo pra mim, congelei o momento, sonhando um dia em encontrar aquele perfume. Sim, ele mexeu comigo.

Perdida e sem saber por onde começar, saí feito louca cafungando trocentos frascos nas perfumarias em busca do dito cujo. Experimenta chegar na perfumaria e perguntar por um perfume fresco, delicado, confortável, intimista, perfeito para dias frios e com um fundinho beeeeem leve de talquinho de bebê! Experimenta! A vendedora vai te mostrar cada coisa absurda...

Cheguei a ficar com ódio da minha pessoa. Custava eu ter parado a mulher e perguntado? Custava! De modo que a lembrança daquele perfume me perseguiu durante muito tempo. E como perseguiu. Até ontem.

Estimulada por comentários animadores sobre o BLV Notte, da Bulgari, catei uma miniatura na Fragrancex em maio. A idéia era matar minha curiosidade e conhecer o bichinho, já que ele é raridade aqui na roça. Depois da espera, ontem o pacotinho aportou em casa. Quase tive um treco quando apliquei um pouco do perfume na mão. Gente, é sério! Quase revirei os olhos e cai pra trás. Era AQUELE, o próprio, ele mesmo, o da moça do pet shop. Senti como se tivesse ganhado na loteria.

Com notas de galanga, mandarina, bergamota, gengibre, vodka, acácia, flores de tabaco, íris, âmbar, incenso e chocolate escuro, o BLV Notte ficou exatamente assim em mim: fresco, delicado, confortável, intimista, perfeito para dias frios e com um fundinho beeeeem leve de talquinho de bebê. Enfim, igual ao da moça do pet shop - e diferente do que rolou com algumas pessoas segundo eu li por aí (nelas, a vodka ficou evidente e incomodou). Até meu marido, desligado/avesso pra essa coisa toda de cheiros, comentou (“hummm, que perfume bom” foram as sábias palavras dele).

PS: Agora que “descobri” a Bulgari, estou curiosíssima pra conhecer o Jasmin Noir, o Omnia Crystalline e o Omnia Amethyste.

Mais sobre o BLV Notte aqui.


Livros sobre organização doméstica


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Não sou exatamente aquele tipo de pessoa super organizada, mas tento manter a ordem (pelo menos por fora). O fato é que eu não costumo fazer bagunça para os outros verem. Minhas bagunças são bem privês e rolam mesmo (e com força) dentro de armários, gavetas e afins. O lance é que decidi organizar minha vida pra valer. Tô numa vibe em que quero consertar tudo aquilo que merece conserto e que vinha empurrando com a barriga há tempos, desde hábitos de consumo à organização da casa, passando pela alimentação. Pra me ajudar com a segunda opção (já que a primeira é mais íntima e dispensa manuais e a terceira é a mais simples de todas), pesquisei na internet dicas de bons livros (que penso em chamar de meus em breve) sobre o tema e encontrei as seguintes opções:

Organize-se (Donna Smallin, Editora Gente)

Casa Limpa e Arrumada (Donna Smallin, Editora Gente)

O Livro Definitivo de Dicas e Sugestões de Organização (Cassandra Kent, Editora Marco Zero)

Acabe com a Bagunça (Cynthia Ewer, Editora Publifolha)

Organizando Espaços (Miriam Gurgel, Editora Senac)

Organize-se num Minuto (Donna Smallin, Editora Gente)