Archive for Junho 2010

Teste de alergia sempre!


by Vanessíssima em , ,

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Papo sério: quando formos ao salão em busca de QUALQUER procedimento que envolva algo mais do que umas simples tesouradas, é nosso dever (e direito) pedirmos um teste de alergia antes. Isso evita dissabores (acreditem, alguns deles são bem sérios). Vou contar o que aconteceu comigo:

Sou mega alérgica a formol e quase tive um treco durante um relaxamento que fiz (por insistência da minha mãe, diga-se de passagem). Eu era novinha. No meu caso, na época, eu não sabia que era alérgica à substância.

Porém, como sou a Miss Alergia desde sempre, implorei pra cabeleireira fazer um teste de alergia antes. Ela se recusou e disse que a concentração era pequena, que não causaria nada, que ela já tinha feito o procedimento centenas de vezes e nunca ninguém tinha apresentado reação e blá blá blá. Eu era tonta e aceitei.

Bom, como eu disse, durante a aplicação, eu quase tive um treco mesmo (falta de ar, tosse, ardência nos olhos, inchaço nos lábios, garganta fechando e coceira foram alguns dos sintomas que vieram com tudo naquela hora). Acho que só não morri porque fui tomar um ar e meu cabelo foi lavado logo, sem pausa, em função do estado em que eu estava.

Dias depois, perdi alguns tufos de cabelo. Sim, fiquei com alguns "buracos". Sorte que sempre tive muito cabelo e consegui administrar. Quando meu cabelo cresceu um pouco, ele parecia um arame entortado e bem esticado à força. Era como se o cabelo tivesse quebrado sem cair. Sabe quando a gente entorta um canudinho e ele fica com aquela marca da dobra? Meu cabelo ficou assim.

Tive que cortar tudo bem batidinho (meu cabelo estava no meio das costas). Minha sorte é que eu curtia cabelo curtinho (curto até hoje, mas dá um trampo, já que ele cresce muuuuuito rápido e perde o corte logo).

No final das contas não tive coragem de denunciar a dita cuja por motivos bem pessoais.

Moral da história: sem teste de alergia antes, nada feito. Meninas, temos que bater o pé nisso! Não é brincadeira.

O que me motivou a escrever este post? Este relato aqui.

As cafungadas de Chandler Burr


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Você também é apaixonada por perfumes como eu? Então se joga nos textos do Chandler Burr, colunista do jornal The New York Times. O cara é um dos críticos de perfumes mais conceituados do mundo e tem seus devaneios traduzidos para o português via Uol.

Ok, muita coisa ali merece um “como assim?”. Porém, é possível se deliciar com diversas considerações e adquirir conhecimento sobre o mundo perfumístico. Bom, é como diria Voltaire: “Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lá”.

É no mínimo curioso ler o que Chandler tem a dizer sobre nossas fragrâncias favoritas. Confesso que me divirto quando ele detona algum perfume que eu curto. Da mesma forma, aplaudo quando leio coisa positiva sobre meus amados. Em suma, vale a pena conferir a forma como Chandler traduz os cheiros e as histórias que ele conta.

PS: Prestigiando as pratas da casa, recomendo fortemente a leitura do blog da queridíssima Beth, super (re)conhecida nas comunas orkutianas feitas em prol da perfumaria. E o perfume virou poesia. 

Esfoliando...


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Sou aloka do esfoliante. Adoro! Esfoliar corpo, rosto e couro cabeludo é comigo mesmo! No momento, estou em busca de novidades no quesito “esfoliante corporal”. Já usei várias marcas diferentes (de St. Ives a Natura, passando por Metaphyta, Boticário e Victoria's Secret), mas quero algo mais, algo novo. Tenho uma lista cá comigo de possíveis futuras aquisições. São produtos bem cotados na blogosfera (alguns mega bem cotados financeiramente inclusive) e que ainda não tive o prazer o usar. São eles:

Esfoliante Corporal Calêndula - Granado



Soy Milk & Honey Body Polish - Kiehl's

Esfoliante para Massagem Corporal - Nivea


Creme Esfoliante Amêndoa - L´Occitane

Compose Sugar - Dermage

Gel Esfoliante Planet Spa Vinhedos da França - Avon

Lipidiose Bi-esfoliante - Vichy
Benephyto Lavanda & Baunilha - Sparkkli Home Spa

Brown Sugar Body Polish - Fresh


Ginger Body Scrub Smoothing Body Buffer - Origins

Gomage Corporal - Vita Derm

BodyActive Creme Esfoliante Corporal - Boticário

Adeus, Saramago!


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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos"

Comentário sobre o comentário


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O mais legal/interessante da Folha.com são os comentários dos leitores no rodapé das notícias. Eu juro que me divirto horrores com aquilo. Adoro! Repara só!

Dica: Os comentários da matéria sobre a separação do Fábio Jr., por exemplo, são imperdíveis! Se joga!

Malhando com o House


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Sou do movimento. Adoro fazer exercícios. Mas cadê tempo pra isso? E não me venha com “tempo todo mundo tem, é só saber administrar”. Comigo isso não cola. Eu e maridón trabalhamos o dia todo feito loucos e cuidamos nós mesmos de TUDO (absolutamente tudo) em casa. Ou seja, nada de tempo e disposição pra freqüentar academia. Pena. Adoro aquela coisa toda de aulas bacanas e música alta. Musculação não é comigo, mas encaro.


Lembro dos bons tempos quando estava desempregada (ok, isso não é bom) e me enfiava na academia de segunda a sexta, das 7h às 12h (isso era bom). Fazia quase todas as aulas. Gostava mesmo daquilo. Transcendia legal! Tive que parar e meu corpo sentiu. E como sentiu!

Hoje, sendo bem realista, já me conformo: nada de academia pra mim! O fato é que meu sonho de consumo atual é juntar a grana que gastaria com uns meses de mensalidade da academia e investir em alguns aparelhos. Malhar em casa deve ser tuuudo. É um outro modo de encarar a vida, sabe?

Deve ser (e me parece) bom poder fazer exercícios no conforto do lar e a qualquer horário. Transcenderia fazendo esteira assistindo a House na TV. O engraçado é pensar que há uns tempos atrás, na fase em que me bandeava pra muvuca da academia, isso seria inconcebível na minha cabeça. É, as pessoas mudam. A ocasião faz o ladrão, néam?

PS: House = Casa. Coincidência?

"Vovó não, eu sou DJ"


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Não raro me surpreendo com este mundo. Já pensou nos seus avós pilotando pick-ups? Bom, já pensaram por você. "Vovó não, eu sou DJ" é o mote da campanha das oficinas livres de DJs para a terceira idade que estão acontecendo desde o dia 7 de junho na escola e-djs, que fica em Sampa. Adorei! Show!

Roupa nova


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Novo look para o blog! Porque todo mundo merece uma roupinha nova às vezes, néam?

Parabéns, Boti


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Eu era a primeira a criticar o atendimento nas lojas físicas do Boticário. Cheguei a comprar pelo site, preferindo pagar frete e tudo, só pra fugir das vendedoras malas que eu encontrava pela frente quando ia à loja perto de casa. Pois bem, tô vendo que a coisa mudou. Tenho sido incrivelmente super bem atendida por aqui. Ok, o staff foi renovado. Aquelas mocinhas chatas não trampam mais lá. Em todo caso, gostei de ver! Tomara que todas as lojas do Boti passem a contratar mocinhas legais e que sempre cobrem uma postura bacana delas. As clientes agradecem e voltam! E como voltam. Eu já voltei lá umas três vezes esta semana. rs

Batom que clareia os dentes


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A Clinique lançou uma linha de batons que, diz a marca, clareia os dentes. Hein?! Como anssim?! Bão, o segredo tá nas cores. Elas criam a ilusão de que os nossos dentes são mais branquinhos. Legal, né? As cores são essas aí de cima. E o melhor disso tudo: a gente nem precisa comprar Clinique. É só usar qualquer outro batom nesses tons.

Frase do dia


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"Não me peça para dar a única coisa que eu tenho para vender", by Cacilda Becker

Defendendo uma segunda chance


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O Flowerbomb ganhou uma segunda chance 

Sempre defendo uma segunda chance. Em alguns casos, uma terceira também. Quiçá uma quarta. Não sou de engolir nenhuma decepção de primeira, especialmente quando o assunto é perfume. Costumo provar a mesma fragrância várias vezes, em dias distintos, pra elaborar uma opinião sobre. Faço isso porque o cheiro e até mesmo a percepção que tenho dele podem mudar. E isso sempre acontece, seja em função do clima, do meu olfato comprometido por causa da rinite chatinha que me acompanha, das minhas crises de enxaqueca ou até mesmo da minha própria pele (ora mais seca, ora menos).

É comum eu borrifar um perfume e odiá-lo de cara. Dias (ou meses) depois, borrifo novamente e começo um caso de amor com o dito cujo. Hoje mesmo estou encantada com o poderosíssimo Flowerbomb que, há alguns meses, me rendeu caretas. O bichinho, comprado “no escuro”, estava lá encostadinho num canto. Agora pela manhã decidi resgatá-lo das trevas e estou em êxtase.

Quando provei, em pleno verão, aquele doce falou alto demais comigo e me deixou surdinha. Na minha pele, o Flowerbomb tinha ficado muito enjoativo, linear, forte e chato. E agora, neste dia mega frio que está fazendo por aqui, a fragrância ficou perfeita. Caiu como uma luva, que aquece e conforta. O doce, que antes falava alto, agora parece sussurrar ao pé do meu ouvido, me tranqüilizando e me deixando em paz. Um brinde à segunda chance!