Defendendo uma segunda chance

O Flowerbomb ganhou uma segunda chance 

Sempre defendo uma segunda chance. Em alguns casos, uma terceira também. Quiçá uma quarta. Não sou de engolir nenhuma decepção de primeira, especialmente quando o assunto é perfume. Costumo provar a mesma fragrância várias vezes, em dias distintos, pra elaborar uma opinião sobre. Faço isso porque o cheiro e até mesmo a percepção que tenho dele podem mudar. E isso sempre acontece, seja em função do clima, do meu olfato comprometido por causa da rinite chatinha que me acompanha, das minhas crises de enxaqueca ou até mesmo da minha própria pele (ora mais seca, ora menos).

É comum eu borrifar um perfume e odiá-lo de cara. Dias (ou meses) depois, borrifo novamente e começo um caso de amor com o dito cujo. Hoje mesmo estou encantada com o poderosíssimo Flowerbomb que, há alguns meses, me rendeu caretas. O bichinho, comprado “no escuro”, estava lá encostadinho num canto. Agora pela manhã decidi resgatá-lo das trevas e estou em êxtase.

Quando provei, em pleno verão, aquele doce falou alto demais comigo e me deixou surdinha. Na minha pele, o Flowerbomb tinha ficado muito enjoativo, linear, forte e chato. E agora, neste dia mega frio que está fazendo por aqui, a fragrância ficou perfeita. Caiu como uma luva, que aquece e conforta. O doce, que antes falava alto, agora parece sussurrar ao pé do meu ouvido, me tranqüilizando e me deixando em paz. Um brinde à segunda chance!

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