Archive for 2011

Feliz Ano Novo!


by Vanessíssima

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Pagando a língua: Eau de Glow


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Eu adoro pagar a língua. Adoro mesmo. De verdade. Ter certeza de algo e depois ver suas convicções irem por água abaixo é lindo. Prova que o ser humano ainda tem jeito em meio a esse mundão, sabe? E quem me acompanha sabe o quanto meu nariz é volúvel. Ele muda de opinião mais do que político desesperado por votos em cima de palanque.

Enfim, falei do Eau de Glow (J. Lo) há poucos dias aqui. E, bom, retiro boa parte do que eu disse. Boa parte porque a saída de produto de limpeza existe e a suavidade predomina em seguida, como eu havia dito. E é justamente a tal delicadeza que me pegou de jeito agora. Pois é, passada a tempestade, chega a calmaria. E que calmaria! De certa forma, aquela candura toda que chega depois a la sabão em pó me conquistou.

Eau de Glow é sim mais contido do que o irmão mais velho Glow. Tão mais contido, que tenho preferido ele. Ele não grita seco, não berra, não esperneia como o primogênito, saca? Eau é suave, calmo, leve, e tenho curtido isso com força. Curtido tanto, que arranquei o Glowmo da wishilist e taquei nela o Eau de Glow. Eu sou uma banana mesmo. Rá!

Vaporizador inteligente


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Pra quem curte andar com perfume na bolsa, fica a dica do Travalo. Ele leva os vaporizadores de perfumes a um outro nível, baby!

O frasquinho tem um visor bacana que te permite acompanhar a quantidade de perfume que tem lá dentro. E pra colocar seu precioso líquido lá, basta encaixar a base do Travalo no caninho da válvula do seu perfume (pra tirar válvula spray é só puxar) e ir apertando o vaporizador pra baixo até encher o frasquinho. 




Você recarrega o Travalo em poucos segundos sempre que quiser e sai borrifando seu perfuminho ao longo dia de forma prática e cool. Simples assim. E ele é todo em plástico e alumínio, sem perigo de quebrar. No mais, há uma variada opção de cores e dois tamanhos (4ml e 5ml) pra você escolher.

Ele ainda não é vendido aqui no Brasil. Mas nada que um eBay não resolva, néam? O preço fica entre R$ 30 e R$ 40 mais o frete.

PS: O site oficial também comercializa o Travalo, mas revirei lá e não consegui descobrir se ele envia pra cá. O Brasil consta no formulário de cadastro, mas isso nem sempre é um sim.

Update: Duda, sempre antenadíssima, nos conta que a Feelunique vende o Travalo por 17 obamas. E o frete é free, meu povo. Dica ótima, hein? Valeu, Dudíssima!

Obsessão do dia: Chance Eau Tendre (Chanel)


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Costumo torcer o nariz para os perfumes Chanel. Sim, é isso mesmo. E não me mate, please. Nenhum me apetece e tenho dito. Tudo indica que a exceção recai sobre Chance Eau Tendre que, por sinal, não conheço. Mas foi ouvir dizer que ele se parece com o meu amado Daisy (Marc Jacobs) que as lombrigas se atiçaram todas. Invoquei que preciso desse Chance. Pra ontem. Só tem um probleminha: onde achar esse perfume por um preço decente? Outro senão: onde achar uma loja que topa entregar Chance Eau Tendre no Brasil? Tô vendo que vou ser obrigada a recorrer ao ShipiTo (falei sobre ele aqui). 

Abre parênteses. Fragrancex tá fora de cogitação, ok? Por que? Porque ninguém tá recebendo nada de lá nesses últimos meses, inclusive a pessoa que vos escreve. Os atrasos chegam a cinco meses em média, segundo muuuitos relatos que vi por aí. Tenho duas compras de lá fazendo niver de três meses. Só volto a comprar na FX quando/se a coisa normalizar. Fecha parênteses.

Feliz Natal!


by Vanessíssima

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Dica: Colour Lovers


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Só eu não conhecia o Colour Lovers, povo? Medo total de mim!

Tô pirando nesse site, gente! Supimpíssimo ele, viu?

Basicamente ele é uma comunidade foférrima onde as pessoas compartilham paletas de cores. Ué, Vanessíssima, mas eu não sou designer, arquiteta e nem nada, então por que você tá me recomendando esse site aí? Simples, cara cólegah: você usa roupas, não usa? Então vai lá descobrir como combinar lindamente as cores, uai! Tem um montão de paleta inspiradora. E você ainda pode baixá-las e salvá-las no seu micro pra formar seu próprio mundo colorido. Não é o máximo? Eu acho. Ótimo para aquele dia em que a gente tá num hiato criativo danando na hora de montar o look.

As paletas são divididas em categorias como casamento, casa, moda, web e outras. Se quiser, você também criar a sua própria paleta. O legal é que rola uma votação santa por lá. Sua criação fica disponível para os outros membros votarem e comentarem. E tem muito mais coisa legal, viu? É só fuçar!

Cafungada: Eau de Glow (J. Lo)


by Vanessíssima em , ,

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Quem me acompanha sabe que eu tenho uma quedinha pelo Glow (Jennifer Lopez), vulgo Glowmo. É, ele tem cheiro de Omo sim e daí? Eu curto! Acho confortável e delicinha pro dia e tal. Tá na minha wishilist e o problema é meu! Rá!

Falando sério agora, ao me deparar com o flanker Eau de Glow, imaginei que estaria diante de uma versão mais suave do Glowmo. De fato, eu não estava errada. Eau é mais comedido sim. O sabão berra menos ali.

Porém, como quase tudo tem um porém, Eau de Glow tem uma saída assustadoramente non grata. Tive a sensação de adentrar num banheiro limpíssimo ao borrifá-lo. Sabe aquele cheirinho de banheiro recém-lavado? No mais, eu adoro esse sentir cheiro, mas no meu banheiro. Não num perfume.

Passados alguns minutos, o flanker fica igual ao original, só que mais suave, como já foi dito por minha pessoa. Beeem mais delicado mesmo, o que seria bom, não fosse a saída indesejável.

Enfim, continuo querendo meu Glowmo, só ele, nada de Eau de Glow e ponto final.

Aprendendo a querer


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Meu passado me condena. Sim, já fui descontrolada. Eu não sabia querer as coisas, por isso comprava tudo. Em tempos idos já fui fissurada em produtos pra cabelo, batons, hidratantes corporais, Melissas e perfumes. Nunca tudo junto ao mesmo tempo agora, diga-se de passagem. Mas o fato é que estive na esbórnia sim, ainda que em fases distintas, e não escondo. Acontece que cansei dessa vida e passei da loucura ao autocontrole. Meu processo de desintoxicação e cura foi natural e gradual. Hoje minhas compras são esparsas e muito bem planejadas. Dou valor ao que tenho e sou feliz.

Antes eu saía comprando desvairadamente pra satisfazer os meus impulsos. Hoje pesquiso bastante antes de fechar negócio.

Antes eu mal curtia o que comprava, pois a graça era comprar mais e mais, esperar chegar e usufruir (aliás, usufruir pouco, pois sempre tinha coisa nova chegando). Agora eu curto cada item que tenho, saboreio tudo, me re-apaixono por cada coisinha minha várias e várias vezes. E, putz, isso é bom demais! Liberdade pura, saca? Você não vira escrava de si mesma e, de quebra, tem tempo pra fazer boas escolhas das quais não vai se arrepender. Sim, porque quem compra desenfreadamente se arrepende pra burro. Joga grana no lixo com freqüência mesmo.

Planejar com calma o que será comprado (o que, quando e onde, aliás) é muito bom. É um alívio! Te dá tempo pra ler reviews pra saber se a coisa é boa de verdade e se você realmente quer e precisa dela no momento. Também dá tempo de pesquisar e encontrar bons preços.

O mais legal é que, agindo assim, consigo pegar tudo o que quero, mas sem descontrole, fazendo escolhas conscientes. Pois é, aprendi a querer. Como? Te conto agora!

A minha dica pra aprender a querer é fazer uma lista de tudo o que você deseja. Depois tire dela aquilo de que você não precisa. O que sobrar vai parar num cronograma. Nele, você define quais itens merecem prioridade. E então você estipula quantas e quais compras fará no mês, levando em conta aquela listinha de prioridades que você já preparou. E não fuja disso. Respeite sua meta! Com o tempo, tudo isso será natural e prazeroso.

E não tenha medo de reler e repensar sua lista e seu cronograma várias vezes, mudando o que for necessário. Aproveite pra, antes de bater o martelo, pesquisar bastante cada item que você vai comprar. Se for o caso, risque-o da lista e inclua outro item no lugar. Só não vale aumentar a quantidade de itens a serem comprados no mês, viu? Aliás, a idéia é ir diminuindo cada vez mais.

Eu, por exemplo, estipulei que compro apenas um perfume por mês e olhe lá. No começo foi difícil. Agora é tão fácil. Tão fácil que há mês em que nem tenho vontade de comprar nada. E não é porque eu não me interessei por nenhuma fragrância naquele mês que devo catar qualquer coisa pra preencher o buraco. E quer saber? Tô amando isso! Nunca me senti tão satisfeita com as minhas escolhas.

E não chute o balde se o planejamento um dia for por água abaixo. Nada de pensar “ah, esse mês já fugi da meta mesmo e então vou me esbaldar”. Nada disso! Fugiu? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Ou seja, pare de fugir e volte a se controlar.

Fazendo tudo isso, mais cedo ou mais tarde, você aprende a querer. E eu garanto que você será mais feliz. Saber querer só traz felicidade!

No mais, fica de lição este post epifânico, que publiquei originalmente em julho e que semana passada veio parar misteriosamente aqui em dezembro porque o Blogger resolveu me zoar. Foi naquela época que comecei a querer aprender a querer. Ali, eu me dei conta de que precisava mudar meu jeitinho de ser. E então acabei criando e botando em prática o método que expliquei aí em cima. É evidente que existem outros, tanto quanto existe gente no mundo. Mas esse deu/tem dado certo pra mim e espero que dê certo pra mais pessoas.

Fim do momento auto-ajuda. Rá!

Love in Paris (Ninna Ricci)


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Love in Paris (Nina Ricci) me foi uma grata surpresa. Fui agraciada com um frasco sem nem sequer ter tido contato anterior com a fragrância. E vou direto ao ponto: se você curte florais luminosos, frescos e felizes, tal qual Daisy (Marc Jacobs), não deixe de conhecer Love in Paris.

Pouco comentando por aí, esse perfume é uma verdadeira delícia democrática. Combina com tudo. Combina com todas. Por isso mesmo acho difícil ele desagradar alguém, seja você ou as pessoas ao seu redor.

Fresquinho e risonho que só, reúne peônia, pêssego, anis estrelado, banana, pêra, bergamota e rosa na saída, além de damasco, violeta, jasmim e anis no coração, e almíscar e madeiras no fundo.

Na minha pele, sinto bastante pêssego, flores em menor grau, um toquinho de almíscar, um diminuto anis e um levíssimo, quase etéreo, amadeiradinho. Tudo tão delicado, tão fresquinho, tão pra cima. Borrifo Amor em Paris (ui!) e me sinto bem, levinha e contente.

Gosto de usá-lo pra ir trabalhar, faça chuva ou faça sol, calor ou frio, com enxaqueca ou sem. Do tipo inofensivo e delicinha.

A quantidade de diminutivos que usei neste texto não nega: Love in Paris é tão gostosinho.

Usando até acabar


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Sou um ser que consome. Um ser curioso que não se contenta(va) em ter apenas um esfoliante, apenas um xampu anti-resíduos, apenas um creme para as mãos. De modos que acabei com um estoque grande em um espaço pequeno. Hoje tenho agonia de olhar para o que tenho. O problema é que sempre aparece uma novidadinha aqui e outra acolá, e então reviro os olhinhos querendo. Acontece que cansei disso. Cansei desse círculo/ciclo/circo vicioso. Cansei também de perder tempo pensando qual creme escolher para usar em meio a vários para o mesmo fim. Cansei ainda de ver a data de validade de alguns produtos estourando. E então decidi que vou usar meu exército até ver cada um dos meus soldados indo ao chão, até acabar com tudo, até o talo mesmo. Nada de novas convocações no front até detonar o que tenho. E só depois comprarei um substituto. Agora é assim: um de cada sempre! Quem precisa de três anti-resíduos ao mesmo tempo? Eu não! Não mesmo! E de que adianta ter trocentas máscaras capilares hidratantes de 10, 20 e 30 minutos se, por falta de tempo, eu sempre uso as mais rápidas, de 3 ou 5 minutos? Pra quê ter uma dúzia de lotions Victoria´s Secret no guarda-roupa se eu nem tenho usado hidratante corporal em meio à correria diária? Pra mim chega! Joguei a toalha!

Nota da autora: Não, minha atitude não valerá para o assunto perfume. Neste caso, eu pertenço a vários cheiros, e tenho orgulho disso. Um aroma para cada estado de espírito. E eu sou muitas.

Update: Gente, este post é de julho. Não sei como ele veio parar aqui em dezembro. O blogger é meio doido, mas tá valendo. rs

Clubes de compras virtuais


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Nunca me aventurei em clubes de compras virtuais (lê-se Coquelux, PrivaliaBrands Club e afins). Ainda. Mesmo estando cadastrada neles, até o presente momento nutro uma certa paura (lê-se paúra - do italiano, medo). Já ouvi cada coisa. Enfim, pra quem deseja se jogar, é condição sine qua non ler o quanto antes este post da Tamy, do Look Melissa. E boa sorte com as compras!

Botrytis (Ginestet)


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Se eu pudesse escolher um perfume agora, independente de qualquer coisa (mas qualquer coisa mesmo), ia de Botrytis (Ginestet) sem pensar! Não pensaria no preço que pedem por ele (cerca de R$ 500), não pensaria o quão difícil ele é de se achar, não pensaria que seria uma compra no escuro (já que eu não o conheço), não pensaria em nada. Me jogava e pronto.

Botrytis é todinho trabalhado lindamente (dizem e redizem) no mel, nas frutas secas, no marmelo, nas flores brancas e no âmbar. Botrytis é amor. Botrytis é vida.

Acontece que o mundo real é duro, cruel e mal-humorado. Ele não me deixaria chegar perto do Botrytis. Botrytis é impossível.

Havanna!


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Além de ser a doida do perfume, sou também a doida do alfajor. De modos que quase caí seca e dura pra trás quando descobri a loja virtual da melhor marca de alfajores do universo. Lê-se Havanna. Clica e baba, baby! E eles não têm só alfajor não, viu? Há todo um sortilégio divino de coisas gustativas. Taí uma boa dica de presente pra mim pra este fim de ano!

PS: Quem me dera estar ganhando algo da Havanna pra publicar este post. Quem me dera! Mesmo!

Angelical Touch repaginado


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Alguém se lembra do perfume Angelical Touch, do Boticário? Eu lembro. Eu tive um (até minha irmã tacar meu frasco na parede). E eu quero ele de novo. Como ele deixou de existir no comecinho da década de 90, época em que foi lançado, serei obrigada a caçar com gato.

Sim, há quem diga que o Ma Chérie (foto), também do Boti, seria o próprio Angelical Touch repaginado. Idênticos, idênticos eles não são não. Uma pena. Mas, sim, o Ma Chérie conserva um bom quê de Angelical Touch; o suficiente pra eu matar saudade daquela lavandinha delícia.

É, às vezes eu preciso de algo bem bobinho, inofensivo, despretensioso.

O perfume da Madonna


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Qualquer celeb que se preze tem um perfuminho com seu próprio nome, néam? Não sei como e nem por qual razão a diva Madonna ainda não tinha o dela. Sim, não tinha. Porque agora ela tem. Ou melhor, terá. Previsto para março/abril de 2012, Truth or Dare (foto) já está sendo definido como floral branco com acentos gourmand.

Focado nas mulheres entre 27 e 50 anos, o perfume virá carregado de gardênia, tuberosa, neroli, jasmim, benjoim, pétalas de lírio branco, baunilha absoluta, âmbar caramelizado e musk. A versão EDP custará entre US$39 e US$ 68, dependendo do tamanho do frasco (frasco que achei feio, por sinal - prontofalei).

Madonna anda dizendo que, com Truth or Dare, quis recriar o perfume que a mãe dela usava, mas com um toque de frescor e modernidade. Segundo a diva, mamãe-Madonna sempre cheirava a gardênias e tuberosa, “uma mistura intoxicante feminina e misteriosa”.

O perfumista por trás da fragrância é Stephen Nilsen, o mesmo que criou With Love (Hilary Duff), Dawn (Sarah Jessica Parker), Tommy Girl 10 (Tommy Hilfiger) e Lovestruck (Vera Wang).

Confesso que minha aversão ao Tommy Girl 10 (ao lado de todos os outros da grife em questão, mas isso não vem ao caso) me deixa com um pezinho atrás, mesmo assim tô doidinha pra cafungar Truth or Dare. Culpa das gardênias. Oremos!

O tamanho do meu frasco


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Neura, doidera, mania, seja lá o que for, o fato é que eu evito com todas as minhas forças comprar perfume com mais ou com menos de 50ml. Na minha cabeça, os frascos maiores vão estragar antes do tempo. E os menores não passam de miniatura.

Sou mais dois diferentes de 50 do que um único de 100, sabe? Diversificar é o novo preto.

No mais, sempre acho que os vidros de 50 emiéles são mais bonitos. Pra mim, os de 30 têm problema de crescimento, ao passo que os de 100 levaram fermento demais. Nem vou comentar sobre a dificuldade de segurar e borrifar os vidrões desengonçados, que mal cabem na minha mão.

Minha maluquice é tanta, que já cheguei a pagar mais caro num perfume de 50ml porque me recusei a catar o de 100ml, que estava mais barato.

Devo ter uns três ou quatro perfumes em versões maiores e menores (excetuando-se miniaturas propriamente ditas, que compro apenas pra conhecer a fragrância). Escolha minha por livre e espontânea vontade? Não, de modo algum. Ou eu ganhei ou comprei porque não encontrei frascos de 50 emiéles. Evidente que é melhor ter 30ml, 75ml ou 100ml do que não ter nenhum, néam?

Será que sou a única doida por aqui?

Desejo do dia: Pure DKNY Verbena (Donna Karan)


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Desconheço, mas é minha esperança atual de ter a verbena perfeita. E tenho dito!

Eau Parfumée Au Thé Vert Extreme (Bvlgari)


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Eu enrolei pra escrever este post porque gostei tanto, mas tanto, do Eau Parfumée Au Thé Vert Extreme (presentaço da super Cris) que eu nem sequer sabia por onde iniciar este texto. Mas vamos começar pelo começo.

Au Thé Vert Extreme é definido como cítrico aromático unissex e possui notas de coentro, flor de laranjeira, pimenta, bergamota, jasmim, cardamomo, rosa búlgara e chá verde. Ele foi criado em 1999 pelo perfumista Jean-Claude Ellena.

Posso falar? Au Thé Vert Extreme tem cheiro de papel de carta perfumado. Prontofalei. E se tem algo que me conforta nessa vida é cheiro de papel de carta perfumado. Borrifei esse perfume e voltei no tempo, cara. Fui parar nos meus tempos idos de colecionadora de papéis de carta. Mas não é um cheiro pobre, enjoativo, de papel de carta rosinha não. É um aroma rico, envolvente, daqueles que só exalavam dos papéis mais especiais, mais raros, daqueles que a gente não trocava nem a pau, sabe?

Viagem de minha parte? Sim, literalmente. E, cá entre nós, uma fragrância é boa quando nos transmite uma sensação gostosa, não? Então, foi isso que ela fez por mim. E você aí, me deixe aqui com a minha loucura, tá? rs

Voltando ao assunto, não achei Au Thé Vert Extreme cítrico. Juro mesmo. Achei floral aromático levemente (mas beeem levemente) atalcado, isso sim. Senti as especiarias, as flores e o chá verde. Amei a mistura de coentro, pimenta e cardamomo. Misturinha matadora! Dá uma temperadinha boa nas flores que deitam sobre o chá verde, sabe? Deixa tudo com um ar levemente (mas bem levemente 2) condimentado. Não consegui sentir as frutas marcando território.

Tampouco achei extremo, como o nome anuncia. Achei delicado, confortabilíssimo, zen, suave e, juro por São Jean-Claude Ellena, que não imagino um homem usando esse perfume. Evidente que a fragrância se comporta de modos diferentes em cada um. Mas aqui eu simplifico e considero o seguinte: se a fragrância ficasse no sexo oposto como se mostrou na minha pele. Porque em mim ela ficou mais puxada para o delicadamente floral. Não que Au Thé Vert Extreme seja um perfume-mulherzinha, nada disso. Mas, exceto pelas especiarias (que, ainda por cima, surgem docemente), não encontrei algo de peso que pudesse agradar à grande massa masculina. Enfim, essa é minha opinião, meu achamento puro e simples, imbuído da minha mais cheirosa ignorância.

Rente à pele, Au Thé Vert Extreme é o tipo de perfume que só os mais chegados poderão sentir em você por meio de um gostoso abraço. Fresco, diurno, digno de encantamento e ponto final.

Fico imaginando como é a primeira versão desse perfume, a Eau Parfumée Au Thé Vert, lançada em 1992. Se a Extreme já é suave, seria a Au Thé Vert inodora? Brincadeiras à parte, comprei uma miniatura da edição primeva há alguns meses e cá estou à espera. Assim que eu botar o nariz nela, venho te contar. Qual dessas versões virará um frascão da minha coleção? Por ora, mistério. Mas tô apostando mais no Extreme, viu?

Só sei que adoro o que a Bvlgari faz por mim. Sempre! Que o diga meu amadíssimo Blv Notte, um querido que está entre os Top 5.

Um agradecimento especial à Cris, que me mandou uma sublime fração de Au Thé Vert Extreme. Cris, você me proporcionou uma deliciosa viagem ao passado, pois me presenteou com uma passagem com destino aos meus tempos de colecionadora de papéis de carta! De quebra, colocou mais um perfume na minha wishlist. Ah, essa minha loucura... Ah, essa Cris...

Possível desejo do dia: Eau des Minimes


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Tenho um pouco de medo de perfume dito unissex. Sempre acho que a coisa pode pender mais pro lado masculino fazendo com que bata aquele arrependimento, sabe? Tudo bem que num passado distante fui mulher dos masculinos, e não escondo. Na época, corria léguas dos femininos porque “não gostava de nada com doçura”. Hoje a história é outra e fujo de quem me estendeu a mão.

O fato é que ouvi maravilhas do universo feminino acerca do unissex Eau des Minimes (L’Occitane).

Diz a L’Occitane: Eau des Minimes dá continuidade à tradicional produção da Água de Colônia. Esta receita original é uma água perfumada que pode ser aplicada generosamente pelo corpo. Ela combina 3 extratos de frutas cítricas com 7 espécies de ervas aromáticas, selecionadas por suas propriedades benéficas.”

Pois é, me encanta a possibilidade de me deparar com algo refrescante e suave, bem pós-banho e verão. E foi o que falaram sobre essa colônia. Infelizmente não existe L’Occitane por aqui. De modos que estou impossibilitada de tirar a prova. Um dia, quem sabe?

Mas o que mais me dá medo mesmo é o tamanho do frasco de Eau des Minimes: 500 emiéles! Meio litro de colônia, senhoras! Pra quem evita comprar frascos de 100ml, como eu, meio litro é mais do apocalíptico, não?

Eaudemoiselle de Givenchy


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Se você, como eu, é chegada num floral, mas, ao contrário de mim, achou o J´Adore (Dior) batidão, sem graça, bobinho, água de chuchu e tal, faça um favor a si mesma: prove o Eaudemoiselle de Givenchy (Givenchy). Ele segue o estilão do J´Adore, mas consegue ser mais marcante, de rastro (bem) mais poderoso e, quiçá, ainda mais sublime.

Eaudemoiselle tem notas de tangerina, limão amalfitano, laranja, shiso (manjericão japonês), rosa, ylang ylang, flor de laranjeira, almíscar, semente de ambrette, cedro, madeiras e fava tonka.

Trocando em miúdos, ele é um perfume floral com um toquinho verde e cítrico na saída. Sinto o mentolado do shiso. Em seguida, a fragrância se acalma, mas não se apaga. E vejo a rosa ganhar força junto com o ylang ylang, terminando tudo num almiscarado bom. É claro que eu simplifiquei o insimplificável (palavra nova, viu?). A coisa toda não é tão simples. Impressões imprecisas.

Ouso dizer também que ele possui uma cremosidade fresca toda dele, diferente do J´Adore.

Floral, sim. Sem graça, jamais! Não, Eaudemoiselle não é chato. Sim, ele tem uma pegada retrô, mas a modernidade existe e torna tudo apaixonante. Fresco e clássico, ele traz uma misturinha sutil e aguada (e isso não é necessariamente ruim) de frutas cítricas, ervas, rosa e almíscar, com um leve toque de doçura. Por que aguada? Porque ele é um floral de certa responsa e que exala (apesar da delicadeza e do frescor), mas não chega a ter toda aquela densidade dos florais dos anos 80 e 90. Simples assim.

Enfim, achei Eaudemoiselle radiante e pau pra toda obra, tamanha a versatilidade dele. Curingão mesmo, especialmente durante o dia. Alegre, educado e casual, mas sem perder a sofisticação. Pra quando você quer se perfumar sem aparecer demais.

E digo mais, só que agora às fãs do Daisy (Marc Jacobs): são grandes as chances de vocês curtirem o Eaudemoiselle também, caso apreciem florais mais “maduros” (e não “senhoris”, vejam bem).

Eu disse aqui que ele foi feito para as grandes amantes das flores, não disse? Então, reforçando: nem sonhe em chegar perto dele se você não for mulher de florais. E tenho dito!

Mais sobre ele
aqui.


PS: Nem preciso contar que esse perfume foi parar na minha Wishlist Edição 2012, néam?

Propaganda em revista


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Fiquei em êxtase quando descobri o site Propaganda em Revista. Ele disponibiliza mais de 2.500 propagandas veiculadas nas principais revistas nacionais desde tempos idos, em especial dos anos 90. Você pode pesquisar por revista, ano, anunciante, produto ou agência. Só sei que pirei, principalmente na seção de perfumes! Pira lá também se você for das minhas!

Dica: Preste muita atenção nos preços que aparecem em alguns anúncios, especialmente nos de perfume.

Paixão nacional


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Uma de minhas paixões na perfumaria nacional é a colônia Natura Águas Jabuticaba (Natura). Tenho um vidrão dela. Vidrão mesmo, de 300 emiéles, daqueles complicados de pegar e borrifar (adendo: o borrifador não vem junto e deve ser comprado separadamente).

E posso falar? Eu odeio jabuticaba! Mesmo! De verdade! Sempre odiei. Quando criança, morei numa casa que ostentava duas jabuticabeiras no quintal, entre outros pés de frutas. Eu não chegava nem perto daquelas bolinhas pretinhas. Gosto é gosto.

O fato é que, pra minha sorte, Natura Águas Jabuticaba não tem cheiro de? De? De? Jabuticaba, evidente!

Diz a Natura que: “Natura Águas Jabuticaba é uma fragrância refrescante que prolonga a sensação de bem-estar após o banho, graças ao contraste do azedinho da jabuticaba e da grapefruit. As notas de corpo e de fundo combinam o frescor dos florais e o conforto das madeiras e musc.

Fragrância refrescante? Ok. Prolonga a sensação de bem-estar após o banho? Ok. Azedinho da jabuticaba? Não, sem azedinho da jabuticaba. É só um azedinho “qualquer” (saborosíssimo, por sinal). Grapefruit? É, pode ser. Uia, deve ser daí o azedinho então! Frescor dos florais? Ok. Conforto das madeiras e musk? Madeiras e musk (para alguns, musc e para outros, almíscar) discretos. Ok, portanto.

O que eu sei é que essa colônia é como uma brisa fresca num dia quente de verão. Brisa fresca com doçura, viu? Cheiro de banho bem tomado com sabonete chiquetoso. Cheiro de alegria, de paz, de encantamento. Suavezinha, calma, delicada, perfeita para dias de calor, ela é um deleite para o meu nariz. Deixa um rastrinho maravilhoso no ar e fixa super. Adoro chegar ao fim do dia ainda perfumada com cheirinho de banho. Isso faz um bem danado pra auto-estima da gente, néam? Taí a única jabuticaba da qual eu gosto!

PS: Soube que a Natura reformulou o layout da linha há pouco. Agora essa colônia se chama Águas Jabuticaba e não mais Natura Águas Jabuticaba. O perfuminho também mudou de cor e vem em um frasco diferente. A fragrância permanece a mesma. A versão que eu tenho é a antiga, que ilustra este post e, na minha opinião, mais bonita esteticamente.

Obra-prima


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Se você é do tipo que compra perfume pelo frasco, não veja esta página do site do badalado perfumista Serge Lutens (foto). E depois não diga que eu não avisei!

Taí uma prova de que uma obra-prima perfumística não precisa ficar restrita ao conteúdo.

Particularmente, são os frascos mais lindos que eu já vi.

Desejo do dia: Petite Chérie (Annick Goutal)


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Dessa grife, infelizmente, não conheço nenhum perfume. Não por falta de vontade. É que não é uma marca fácil de se achar nas perfumarias, ainda mais por aqui, na minha cidade. Só sei que, mesmo sem conhecer o Petite Chérie, sinto que já gosto dele. Todinho delicado, encantador e clean, assim ele me parece.

O texto de divulgação diz:

Petite Chérie é o perfume desenvolvido por Annick Goutal especialmente para sua filha, como um presente. Esta irresistível, sensual e sedutora fragrância, que ela descreveu como sendo "uma reminiscência do rosto de uma jovem que desejamos beijar amavelmente" foi dedicado a Camille Goutal.

Um aroma floral frutal almiscarado. Redescubra todo o frescor e generosidade desta fragrância doce evocativa de pêra, pêssego, almíscar rosa, grama fresca e baunilha, neste frasco delicado e feminino.

Apesar desta que vos escreve não ser lá exatamente o público-alvo da fragrância (ela é mais voltada para as meninas-moças), meu desejo de tê-la surgiu porque ouvi dizer que ela é do tipo delícia para dias quentes de verão.

Impressões imprecisas: Nativa SPA Senses


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Na ordem, da esquerda pra direita: Guaraná, Blueberry, Verbena, Ameixa e Açaí

Andei dando uma cafungada nessa nova linha de colônias do Boticário e esqueci de trazer minhas impressões pra cá. E quando eu esqueço, colega, boa coisa não é. Deu pra sacar que não rolou, néam?

Enfim, a linha tem colônia de Verbena, Blueberry, Açaí, Guaraná e Ameixa. Provei as três primeiras. Não me senti atraída pelas outras, pois já tenho em casa os respectivos óleos corporais (mais do mesmo não!). E vejamos minhas impressões imprecisas sobre o trio!

Nativa SPA Senses Verbena
E então me deparei com esta palavrinha mágica: verbena. Tô em busca da verbena perfeita e achei que a sorte tivesse me sorrido. Ledo engano. Como sempre acontece quando me empolgo com algum perfume de verbena, senti capim limão, capim limão, capim limão e mais capim limão. Oi, e a verbena? Não veio. Capim limão é o que temos pra hoje. O curioso é que oficialmente a lista de notas dessa colônia é a seguinte: cassis, chá verde, folhas de verbena, jasmim, freesia, âmbar, musk e sândalo. E o capim limão? Pois é, não tem. Mas eu juro que só senti ele. Sim, só ele, todo linear. E o suficiente pra me sentir sufocada. Vai entender.

Nativa SPA Senses Açaí
Se tem algo que eu amo nessa vida é o Nativa SPA Sabonete Cremoso Esfoliante Nutritivo Açaí (amém!). Aquele cheiro é sublime! Imagina minha carinha de felicidade (outra) ao ver a colônia de açaí na prateleira! E foi então que me entorpeci. No mau sentido. Sem mais, o que achei desse perfume se resume a isso: do começo ao fim, o mesmo cheiro sufocante de batom barato vencido. Nada a ver com o sabonete delícia. Nada mesmo! Não vou sair por aí (e aqui) dizendo o que não senti, gente. Tô sendo sincera e ponto.

Nativa SPA Senses Blueberry
Adoro blueberry. Fui feita pra gostar dessa frutinha. Adoro um azedinho! E lá fui eu toda pimpona (de novo!) borrifar esse perfume em mim. Confesso que o cheiro me agradou de cara: azedinho com doçura e frescor. Uau, que legal! Teria sido o único a me agradar? Bão, não foi bem assim. De fato, a saída me apeteceu. O coração da fragrância também. Já estava fazendo planos de voltar no dia seguinte pra me comprar um frasco. E foi então que em meia hora tudo o que eu sentia mudou. Estava sendo visitada pela nota sufocante que teima em aparecer em mim quase sempre em se tratando de perfumes do Boti. Sim, ela, a terrível, a tenebrosa, a horripilante nota maldita que eu não sei definir até hoje. É quase como cheiro de maquiagem estragada. Garrei um ódio dessa nota, povo! Pior que ela ficou suuuuuper aparecida na minha pele. Me sufocou pra valer a dita cuja. E vi minha alegria esmorecer. Nada de Nativa SPA Senses Blueberry pra mim.

Mas é aquela: minhas impressões são totalmente imprecisas. Cada nariz uma sentença. O meu próprio é mutante. Por isso, não me levem muito a sério e cafunguem in loco, ok? Da mesma forma, não se sintam ofendidas caso eu tenha desgostado de algo de seus agrados. E sejamos felizes, que é o que importa!

Ah, pra quem se interessar, cada colônia custa R$ 69,90 e vem em frasco de 100ml.

Éclat d'Arpège


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Juro que tentei. Mas não vi nada demais no Éclat d'Arpège (Lanvin). Difícil eu não elogiar um perfume aqui, né? É que eu prefiro falar bem, até porque gosto é uma coisa tão pessoal, que eu opto por mostrar meu encantamento puro e simples. Não sei se uma critica negativa ajuda em algo. Creio mais no poder da palavra positiva. No mais, meu nariz mutante vive mudando de idéia, de modos que não cuspo pra cima.

Acontece que o Éclat d'Arpège (EdA) não é ruim não. Ele só não é bom, entende? Misto de Light Blue (D&G) com 212 (Carolina Herrera) e Light Clouds (Moschino), EdA deixa de lado toda aquela “citricidade” do primeiro, toda aquela profusão floral do segundo e toda aquela “frutalidade” do terceiro, e pega o resto que sobra de cada um deles. Ou seja, adeus qualquer tipo de pungência, saca? O resultado é um floral frutal fresquíssimo, levíssimo, delicadíssimo e discretíssimo.

Não vi inovação. Não vi profundidade. Não vi rastro, aura ou uma baita fixação. Vi algo tão frágil, que se ele fosse um vidro eu teria medo de pegá-lo pra não quebrar.

Sabe aquele tipo de fragrância mais do mesmo, fácil de agradar quem não se liga muito em perfume, feito pra quando você tá com pressa ou dor de cabeça e não sabe bem o que usar? Éclat d'Arpège é assim.

Versátil ele é, ainda mais no calor escaldante. Aliás, ele parece ter sido criado pra ser perfume de verão. Só não achei indispensável pra mim. Só isso.

Ah, ele possui notas de limão siciliano, folhas de lilás, flores de wisteria, folhas de chá verde, flor de pêssego, peônia vermelha, osmanthus chinês, cedro branco do Líbano, almíscar e âmbar.

A propósito: eu não curto o Light Blue, adoro o 212 e gosto do Light Clouds.

Update: Mais do Éclat aqui.


J´Adore semanal


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A vendedora da perfumaria não me agüenta mais. Toda semana eu passo lá pra borrifar meu grito da temporada: J´Adore EDP (Dior). Vou fazendo isso até comprar o meu, o que deve acontecer em meados do ano vindouro. Idiotice, criancice, malice, que seja. Não existe lei que me impeça de ser feliz. No mais, eu podia tá matando, néam?

Minha tática, pra não parecer folgação além da conta, é sempre pedir pra experimentar antes um outro perfuminho da prateleira. Aí, como quem não quer nada, peço um pouco do J´Adore no outro braço “só pra ir criando coragem de comprar o meu” [sorrindo amigavelmente pra vendedora num momento and the Oscar goes to].

Até hoje não me conformo de ter odiado tanto essa fragrância no passado. Como pude, meldels?! Contei isso aqui.

Mais do J´Adore aqui.

Impressões: Marc Jacobs Perfume for Women (Marc Jacobs)


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Feche os olhos. Visualize-se em meio a um jardim de gardênias logo pela manhã de sol e céu azul. Respire fundo e sinta aquele cheirinho reconfortante das flores frescas, ainda úmidas, banhadas pelo orvalho. Eis o singelo presente que Sir Marc Jacobs nos deu (“Sir” por minha conta e risco, ok? pura homenagem aos serviços prestados).

Apesar de Marc Jacobs Perfume for Women (Marc Jacobs) ser composto por notas de tuberosa, gardênia, jasmim, bergamota, gengibre e cedro, sinto gardênias e mais gardênias. Pra mim, é como se só houvesse gardênias. Todo o resto some na minha pele. E o resultado é um floral fantástico! Dos mais lindos que já vi.

Não sinto evolução alguma. Linear, ele começa belo, permanece belo e termina belo. A gardênia, docemente cremosa e absoluta, reina! E que reinado! Nada over, nada sintético.

Sofisticado, delicado, moderno, versátil, fresco, confortável. Discreto e marcante ao mesmo tempo, tal qual um par de brincos ponto de luz feitos de diamante. Bom de usar de manhã. Bom de usar à tarde. Bom de usar à noite. Simples e encantador como a sutileza de uma flor branca. Assim ele é. Assim ele pretende ser.

Marc Jacobs nos trouxe flores. Muitas flores. Não é lindo isso? Achei de uma gentileza sem tamanho.

PS: Se não fosse a adorável Cris, eu ia demorar horrores pra conhecer essa maravilha. Sim, porque esse perfume estava na minha wishlist edição 2012 sem sequer eu conhecê-lo. E Cris, generosíssima, me presenteou com uns bons emiéles desse lindo buquê de gardênias. Cris, obrigada, obrigada e obrigada!

A volta dos que não foram: Myriad Blanc


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Ah, esse Boticário... Sempre me tirando o sono. Primeiro me descontinuaram o leave-in Amora e Sândalo, como já chorei aqui. Agora me voltam com o Myriad Blanc (vulgo MB), que eu não conhecia, mas sempre fui doente pra cafungar de tanto ler relatos apaixonadíssimos acerca de.

E aí que eu fui lá. Borrifei o dito cujo na pele porque não sou mulher de fitinhas olfativas (aliás, ninguém deveria ser, já que não é a fita que vai usar o perfume, néam?). Tudo bem que eu sempre acabo catando uma fitinha pra perfumar a borsa, mas isso é outra história.

Só sei que fui descrente, viu? Afinal, tenho um probleminha com as fragrâncias do Boti: uma notinha abafada e chata sempre me aparece pra estragar a festa. É, ela pula da minha pele. Sim, a bendita pula, roda, dá piruetas, uma coisa.

Acontece que, pra minha mais absoluta surpresa, não senti a tal nota! Uhu! Rojões! Já comecei a gostar do MB aí.

Bom, pra quem não sabe, ele é gourmand. Tem notas de peônia, muguet, freesia, lilás, lima, limão, caramelo, leite condensado, pralinè, fava tonka, sândalo e musk. Voltou em edição limitada pro Natal, e eu soube que cada loja recebeu pouquíssimas unidades e não haverá reposição. Custa R$ 89 e vem 100 eméles, o que é um bom custo-benefício, vai!

Mas e na pele, como ele fica afinal? Na minha ele ficou docinho, bem docinho, mas sem incomodar, e fixou razoavelmente bem. É um açúcar confortável e relativamente fresquinho, nada ardido. Acolhedor, delicado e mulherzinha.

A saída começou com um limãozinho gourmand fresco e salivante. Depois senti algo que me remeteu imediatamente a chocolate branco, só que sem ser enjoativo (seria o leite condensado a adoçar e a lima a refrescar?!). Por fim, passei a sentir na pele claramente uma das minhas lotions preferidas, a finada Fresh Vanilla, da Bath & Body Works, que é uma baunilhazinha floral arejada e estupenda. Amei isso tudo. Baunilha fresca feelings.

Só não entendi porque relançaram esse perfume em plena vibe primavera/verão. Tenho pra mim que ele cairia melhor no duo outono/inverno. Em todo caso, o frio não é imperativo pra usar esse perfume. Ele faz bonito em dias quentes também, desde que não haja exageros. No mais, o friozinho sempre chega, né? Sem contar que dias malucos e amenos têm sido a tônica atual, pelo menos por aqui.

Só sei que, no dia seguinte, voltei na loja e catei um MB-delícia pra mim. Rá! E tenho usado o dito cujo enlouquecidamente!

Adendo: Quando cheguei em casa toda faceira com a saculinha do Boti e fui abrir o celofane, pergunta se eu conseguia abrir aquela caixa! Pergunta! A pessoa doida aqui ficou um tempão tentando entender onde raios tava a tampa da caixa do perfume. Só então eu descobri a América: a caixa abre por baixo e toda a parte da frente dela levanta (perdão pelo trocadilho, mas o perfume fica meio que encaixado na caixa). Fica a dica, caso você seja tão (ou mais) insana quanto eu. É, Boti tá chique, benhê! E eu não tô acompanhando! hahaha

Impressões imprecisas: Organza Indécence


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Forte. Fortíssimo. Belo. Belíssimo. Assim é o Organza Indécence (Givenchy), que chamaremos de OI pra efeito facilitador, ok? Pense na família Oriental, toda trabalhada intensamente na baunilha e nas especiarias, e você terá uma vaga noção do poder do OI. Sim, porque ele é mais. Tudo nele é mais. O bicho é superlativo mesmo! Elegantíssimo, docíssimo, cremosíssimo, quentíssimo, sensualíssimo, fortíssimo, belíssimo!

Oficialmente ele tem patchouli, ameixa, canela, âmbar e almíscar. Mas tudo o que eu e boa parte da torcida do Flamengo sentimos é canela e baunilha. Consigo identificar um pouco de âmbar também. Mas, pra mim, a baunilha domina.

A saída traz uma canela bem pungente entremeada com baunilha cremosa. De salivar, baby! Com o tempo, a canela suaviza, mas não desaparece. E a baunilha toma conta do pedaço, deitadinha sobre uma cama amadeirada, quentinha e bem macia. Tudo isso pede uso noturno, comedido e em ocasiões especiais.

Por essas e outras, OI chega antes de você no ambiente. Por isso, cuidado! Sim, ele funciona no esquema das trombetas reais de tempos idos, anunciando com um aristocrático estardalhaço a realeza, saca? Pra ser aplicado com conta-gotas. No mais, fixação absurdíssima. O frasco é uma obra de arte à parte. A caixa, preta, é outra preciosidade.

Só tem um probleminha: OI foi descontinuado. Descontinuadissímo! E não se deixe enganar pelo OI vendido hoje em uma embalagem sem gracinha, retinha e com uma maldita caixa rosinha. Ele é uma reedição do original. Reedição, povo! Reeditar é editar de novo. Editar implica em cortar coisa fora e botar outra no lugar. Sei disso porque dou meus pulos como editora. Sei disso porque quem sentiu o novo OI disse que, de fato, ele tá diferente. Choremos!

PS: Um mega agradecimento super especial a Duda, que carinhosamente me mandou um gole saborosíssimo do OI. Dudíssima, valeu, valeu e valeu!

Baunilha extrema


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Não é segredo que eu sou chegada numa baunilha. De modos que meu sonho de consumo é ter um perfume o mais próximo possível da baunilha culinária. Sim, aquela mesma que a gente usa pra fazer bolo.

Desejo fortemente encontrar um perfume no estilo essência de baunilha pura com toque alcoólico tal qual a que usamos na cozinha. Já cogitei até misturar álcool de cereais na essência de baunilha que tenho na geladeira e passar em mim. Oi, sou doida!

Não quero saber de baunilha cosmética não! Quero aquele cheiro que a gente sente ao cafungar o vidrinho da essência! Nem mais, nem menos.

Eis que nas minhas andanças me deparei com relatos animadores acerca do Vanille Extreme (Comptoir Sud Pacifique). Dizem que ele é o que procuro. Não conheço a fragrância, mas esse perfume já entrou na minha wishlist, como andei postando aqui no blog. E, pra variar, não tenho como prová-lo. Seria mais um tiro no escuro.

O legal é que ele foi descontinuado e é difícil de achar. E posso falar? Não me animo muuuuito não, sabia? Sei lá, duvido que ele seja a minha desejada baunilha alcoólica. No máximo, ele seria uma baunilha de bolo pronto. É o que minha cabeça doida e cética acha. Tomara que eu esteja errada. Um dia eu me prontifico a descobrir.

Contagem regressiva


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1º de novembro. Contagem regressiva pra 2012. Não, não creio que o mundo vai mudar magicamente na meia-noite entre 31 de dezembro e 1º de janeiro. Também não creio naquela história toda de Ano Novo e blá blá blá. Eu tô é de boca esperando janeiro chegar pra voltar a comprar em sites internacionais mesmo. Meu jejum começou no meio de outubro e segue até o ano terminar. Enquanto isso, minha wishlist cresce.

Como eu já expliquei aqui no blog, compras no final do ano nunca mais. Se nem minha caixinha de agosto chegou ainda, imagina se ia dar certo catar algo nessa altura do campeonato.

Nunca esperei tanto por um 1º de janeiro como agora. E que venha 2012!

Desejo do dia: Marc Jacobs Perfume for Women (Marc Jacobs)


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Sem chão


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Meu mundo caiu. Acabo de descobrir que tiraram de linha o melhor leave-in do universo: o Amora e Sândalo, do Boticário, da linha Nativa Spa. Fui até o Boti repor o meu, que tá no fim, e me deparo com essa informação. Tô arrasada. E a loja não tinha mais nenhum frasquinho dele pra contar história.

Cara, eu tenho verdadeiro asco desse tipo de atitude que diversas empresas brasileiras insistem em manter. Não raro saem tirando excelentes produtos de linha arbitrariamente pra, muitas vezes, botar porcarias no lugar. Não entendo isso. Eita coisa comum do caramba! No mínimo, devem achar que a gente é idiota. Sim, porque todo produto tem consumidor cativo, né? E então, como ficamos?

No mais, por que lançaram algo no qual nem acreditavam? Porque pra tirar linha é sinal de que aquilo em que a empresa acreditou não deu certo, creio. Oras, não fazem pesquisas antes de jogar algo no mercado pra sentir a aceitação? E, olha, esse sem enxágüe em questão estava há anos no mercado! Anos! Não meses.

Enfim, descontinuação de produto regular é algo que nunca vou entender. E nunca vou aceitar. Ainda mais sem aviso prévio. Sinto muito. Pra mim, isso beira o desrespeito por parte das empresas.

Fico até com medo de comprar qualquer coisa agora. E se eu gostar e tirarem de linha? Hein?

De minha parte, fiz o máximo que pude: mandei um e-mail para o Boticário lamentando a atitude deles e pedindo a volta do produto. Sei que uma andorinha só não faz verão. Mas se várias andorinhas se juntarem, o verão será quente. Quem sabe não há outras andorinhas perdidas por aí batendo as asas na mesma direção, né? Os SACs estão aí pra isso. Simbora bater asas sempre que for preciso! É um direito nosso!

Tudo ao mesmo tempo agora


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Sou mulher moderna, pisciana com ascendente em gêmeos e lua em libra. Sou jornalista, trabalho como assessora de imprensa, tento escrever aqui neste blog e mantenho meu xodó, o E-LINDA, um site de beleza que você deveria conhecer (momento reclame! rá!). Fora isso, tenho marido, pastor alemão, calopsita e casa pra cuidar (casa nova, pra qual me mudei há pouco tempo, e que ainda precisa de alguns ajustes pra ficar 100% do meu agrado e, sim, estamos trabalhando nisso). Como eu consigo fazer tudo isso ao mesmo agora? Não sei.

E eu? Bom, eu fico em segundo plano. Minha raiz precisando de retoque que o diga! Sim, tenho mais luzes que do que árvore de natal. Pensei em apagar as luzes [do cabelo] tacando em tudo uma coloração loiro escuro (minha cor original), mas quem disse que eu consegui achar a dita cuja? Sim, porque desconfio que o loiro escuro caiu no limbo démodé. Ou vai ver todo mundo resolveu pintar o cabelo dessa cor ao mesmo, néam? Não acho nem por decreto tintura na cor 6.0. Nem tonalizante. Resultado: estou acendendo as luzes de novo. É foda ser adulta!

Marca preferida


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Gente, vocês também têm uma marca de perfume preferida ou eu sou a única doida? Sim, porque eu tenho. E, justamente por causa disso, nutro uma boa simpatia por qualquer fragrância da marca em questão. É ouvir falar nela que reviro os olhinhos, apostando todas as minhas fichas no “ah, mas é claro que eu vou gostar desse perfume”. No meu caso isso rola com a Guerlain. Incrível como tenho vontade de ter praticamnete todas as fragrâncias da maison, mesmo sem conhecer a maioria. rs

Minha vontade é pegar a [marca] Guerlain no colo e ficar fazendo carinho. Sou doida. Eu disse.

Eu sei que isso acontece porque meu perfume-metade é o Eau de Shalimar (da Guerlain, obviamente). Mesmo assim, ainda estranho essa fascinação que sinto pela marca. A história da Guerlain também não é de se jogar fora e julgo ter parte nessa minha admiração. Sou fã. Simples assim. Tudo bem que nem tudo são flores. Tem coisa da Guerlain que não me apetece, como o Insolence, por exemplo.

O mais curioso é que, conversando com a gerente de uma perfumaria daqui da minha pequena grande cidade, descobri que a marca é uma das menos vendidas cá por essas bandas. “É bem difícil achar alguém que gosta de Guerlain”, ela me disse. “Por isso, quase nem trabalhamos com a marca”, completou ela, para o meu desalento. Naquela hora, tudo o que eu via da marca na prateleira era o Samsara e o famigerado Insolence.

Outra maison de que gosto é a Bvlgari. Apesar de não me encantar com todos os perfumes da casa, gosto dela. Sei lá o motivo. Só sei que a marca me transmite algo tão bom, mas tão bom, que me sinto bem só de olhar o frasco do meu Blv Notte. No mais, taí mais uma marca que também não encontro facilmente na minha cidade (ainda que eu use as lojas físicas só pra cafungar os perfumes pra depois comprar fora, néam?). Também curto bastante Marc Jacobs, outra maison inexistente por aqui.

Vai ver eu quero ser uma mulher Guerlain durante a maior parte do tempo. Em outros dias, Bvlgari. E, algumas vezes, Marc Jacobs. Rica, impecável, chique. Sempre chique. E rara!

Por outro lado, há marcas pelas quais, sei lá o motivo, não nutro simpatia. Não é porque os perfumes são ruins (aliás, não existe perfume ruim, já que tudo é uma questão de pele, nariz, momento e gosto), mas é que eu realmente não me sinto atraída pela marca. Sabe quando não dá vontade de soltar rojão ao ver determinado perfume na prateleira da loja? Isso acontece com Puma, Calvin Klein, Diesel e Elizabeth Arden (apesar de eu ter acabado de comprar uma mini da tia Elizabeth por indicação de uma galera, diga-se de passagem). Na loja, me sinto impelida a cafungar um mesmo Dior pela enésima vez a conhecer um lançamento da Puma, por exemplo. E olha que a Dior nem está entre minhas queridíssimas.


Enfim, cada um com seu cada qual.

Pagando o nariz. J´Adore.


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Não paguei a língua. Paguei o nariz mesmo. E não foi uma vez só. Meu olfato mutante e meu cérebro bizarro nunca me deixam esquecer que tudo muda o tempo todo no mundo [como uma onda no mar, blá blá blá]. Volúvel como uma borboleta, meu nariz passa a curtir, na velocidade da luz, fragrâncias dantes odiadas. Nem estranho mais. Já me acostumei. E acho graça. Aliás, eu até gosto disso.

Por essas e outras, aprendi a comprar perfume cafugando várias e várias vezes o dito cujo. Jamais saio da loja querendo levar um frasco pra casa de imediato. Eu preciso degustar a fragrância em dias bem distintos até eu ter certeza de que ela é meu número. E eis que o que não me servia, de repente, passa a me cair como uma luva. Foi assim com J´Adore EDP (Dior).

Não sei como pude odiá-lo. Que heresia, meldels! Justo eu, que sou mulher de florais. Taí um floral frutal tão lindo, luminoso, dourado, elegante, limpo, fresco. Eu sabia que precisava dar mais algumas chances pra ele. Eu sabia só de ver aquela propaganda em que a lindíssima Charlize Theron aparece andando feito diva e se despindo daquele ouro todo, jogando na minha cara que: “Gold is cold. Diamonds are dead. A limousine is a car. Don’t pretend. Feel what’s real. C’est ça que j’adore”. Luxo e desprendimento, baby! Pra arrematar, no fim, ela me vem com aquela pronúncia toda lânguida: “Di-ór”.

Eu tive mais certeza ainda de que precisava provar o J´Adore novamente depois de ver o novo reclame (ui, essa é do tempo do guaraná de rolha), em que as estrelíssimas Grace Kelly, Marlene Dietrich e Marilyn Monroe “contracenam” com a maravilhosa Charlize. Movida por tudo isso, lá fui eu cafungar o J´Adore de novo. E, putz, gamei. Agora eu preciso!

Tem melhores? Tem sim. Mas há dias em que tudo o que eu quero é uma boa dose de J´Adore.

Mais do
J´Adore aqui.




Tô indo em busca do chá verde


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Minha necessidade atual é encontrar um bom perfume refrescante. Minha idéia agora é ter uma fragrância com cheiro de chá verde, já que desisti de achar alguma bacana com aroma de verbena. Neste último caso, só me deparo com cheiro de capim-limão e mais capim-limão, que eu não suporto. Desde quando verbena e capim-limão são a mesma coisa, néam? Ainda em busca da verbena perfeita. Enfim, após algumas pesquisas acabei flertando com duas espécimes contendo chá verde: Eau Parfumée au Thé Vert (Bvlgari) e Green Tea (Elizabeth Arden). Já falei sobre o desejoso Au Thé Vert aqui.


O fato é que não conheço nenhum dos dois. Tudo o que pesquei é que o primeiro é unissex, possui um toque floral e não muito doce, sendo considerado por muitos como um perfume elegante. Já sobre o segundo, que é feminino, descobri que ele é docinho, menos elaborado e mais energizante.


Na minha cabeça maluca, relaciono o Bvlgari a um dia de trabalho e o da tia Elizabeth a algo mais fresquinho, pós-banho, pra prolongar o frescor de uma chuveirada. Não sei se tô viajando demais. Só sei que, na dúvida, catei uma mini de cada pra conhecer e decidir, com propriedade, qual será meu eleito. Oremos pra eu recebê-los antes da visita do Papai Noel.

Do contra


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Todo mundo gosta, menos eu:

212 Sexy (Carolina Herrera)
5th Avenue (Elizabeth Arden)
Ange ou Demon (Givenchy)
Angel (Thierry Mugler)
Armani Code (Armani)
Black XS (Paco Rabanne)
Classique (Jean Paul Gaultier)
Coco Mademoiselle (Chanel)
Cool Water (Davidoff)
Diesel Fuel For Life (Diesel)
Diesel Fuel For Life Unlimited (Diesel)
Eau de Star (Thierry Mugler)
Euphoria (Calvin Klein)
Fantasy (Britney Spears)
Femme Individuelle (MontBlanc)
Flowerbomb (Viktor & Rolf)
Hypnôse (Lancôme)
J´Adore (Dior)
Lady Million (Paco Rabanne)
Light Blue (D&G)
Lovely (Sarah Jessica Parker)
M de Mariah (Mariah Carey)
Midnight Fantasy (Britney Spears)
Narciso Rodriguez For Her (Narciso Rodriguez)
Nina (Nina Ricci)
Poison (Dior)
Ricci Ricci (Nina Ricci)
Romance (Ralph Lauren)
The One (D&G)
Tommy Girl (Tommy Hilfiger)
Womanity (Thierry Mugler)

Lembrando que a lista reflete o meu hoje e que gosto é que nem pescoço: cada um tem um. Néam?

Resolvi querer o Eau Mega


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Resolvi querer o Eau Mega (Viktor & Rolf). Simples assim. Os bons narizes relatam: o perfume tem um cheirinho bom de pêra, algo entre o floral frutado e o aquático. Sim, ele faz o tipo inho. Gostosinho, levinho, fresquinho, frutadinho. Pelo menos é o que dizem. Eu desconheço. Achar Viktor & Rolf aqui é missão impossível. Ou seja, nada de cafungadas.

E daí que ele é comercial? Meu nariz só quer saber de sentir a pêra, o limão, a violeta, o musk, a peônia, o jasmim e o manjericão, tudo junto e misturado.

Diz pro meu nariz ficar longe só porque o bicho-perfume quer agradar à massa, diz! Ninguém convence ele não, viu?

Desquerendo o Prada Candy


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Falei e disse que minha wishlist muda mais do que bingo clandestino. E aí que agora eu desquero o Prada Candy (Prada). Broxei depois de ler que grande parte dos narizes alheios chiou acerca da pífia fixação e do cheiro genérico de caramelo que paira sobre a fragrância. Saca lá na Fragrantica!

Não, não sou fashion victim. Não sou do tipo que abana o rabinho só porque estou diante de algum lançamento da grife x (no caso, Prada). Aliás, até hoje, dos Prada só curto o sublime Infusion D´Íris mesmo. Prontofalei.

Minha esperança era mergulhar num Prada Candy cuja doçura fosse além, fosse mais, fosse lindamente diferente, arrebatadoramente adulta e, de quebra, com boa fixação, coisas que justificariam o módico precinho cobrado, néam? Mas parece que a fragrância não foi por esse caminho. Tudo bem que o fato de um perfume grudar ou não na minha pele não tem lá tanta importância pra mim. Se o cheiro é bom, nem ligo pra fixação. Mas, neste caso, povo da Prada, faça-me o favor!

No máximo jogar-me-ei em uma amostrinha dele via eBay mais adiante. Curiosidade pura pra saber se meu nariz tá na mesma sintonia dos alheios. Só sei que, por ora, perdi o tesão pelo frascão do Prada Candy, que é lindo por sinal.

Desejando 360 graus


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Calma, não quero que a temperatura suba ainda mais não! Meu negócio é perfume mesmo. De modos que hoje fiquei com vontade de ter um perfume super pouco comentado, o 360° for Women (Perry Ellis). Não o conheço, pra variar. Mas o desejo, pra variar mais um pouco.

Fiquemos agora com o texto de divulgação do dito cujo (by Sack´s):

Leve e floral, a essência 360º for Women busca retratar o frescor do sol de um novo dia. Com notas nítidas e cremosas, a fragrância é gostosa como uma brisa de verão que apresenta novas possibilidades e novas direções, levando a uma sensação de tranqüilidade e contentamento. Como notas de cabeça, essências de tangerina e melão abrem a fragrância especialmente feminina, e são acompanhadas por uma calorosa mistura de osmanthus, rosas azuis e lírios. Como notas de coração, um buquê de lavanda, muguet e lírios com um sutil toque apimentado. Para finalizar, as notas de fundo trazem uma harmônica mistura de âmbar, flor de baunilha, vetiver, sândalo e um toque de musk que encerram essa intensa, porém delicada fragrância.

O que eu sei é que esse perfume deixa rastro, é diurno e fixa horrores. Também li que ele é bom de usar em dias quentes. E, gente, ele custa hoje R$ 28,50 na Fragrancex. Sim, R$ 28,50! Tô ou não tô querendo com força, néam?

Só tem um probleminha: enfiei na cabeça que só compro um perfume por mês e setembro já deu a cota. E outubro já está reservado pra um que tá na minha wishlist há tempos. Aliás, tenho outros na frente do 360 (sim, atendemos por ordem de chegada rs). Como se não bastasse, o mês 10 será o último de compras internacionais este ano (a fim de escapar do turbilhão de final de ano que ronda a Receita e os Correios). Eita! 2012 que me aguarde! Sim, 360 já foi pra wishlist do ano vindouro, conforme consta aqui.