Archive for Fevereiro 2012

Me jogando no Fantasia


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Olhá só, me rendi ao Fantasy (Britney Spears). Não me matem, please! Não me matem! Eu queria algo novo pro inverno e fui nele. E justo eu, que odiava esse perfume com todas as forças. Tentei tanto gostar dele, que deu certo. Eu sou formiga e não admitia não gostar dele, gente. Insisti e fiz gol. Mas óh, vou usar no frio, ok? E com conta-gotas. É assim que tem que ser.

Chocolate branco com frutas vermelhas um tanto quando sintéticas, mas ok. Doce de doer, salivante, gourmand à enésima potência. Encaro um frasco de 30ml numa boa. Vou revezar com minhas outras bombinhas açucaradas e ser feliz.

Banalizado? Que seja! Eu juro que não ligo pra essas coisas. Aliás, eu nem gosto da palavra “banalizado” neste caso. Eu trocaria por “sucesso comercial”. E, bom, desde quando fazer sucesso é ruim?

Só sei que não me importo mesmo de topar com mais gente usando o mesmo perfume que eu. Em cada um fica de um jeito mesmo. E ainda que ficasse igual, eu não sou igual, somos pessoas diferentes, e não é um perfume que me define. Pois é, não vou ficar aqui passando vontade só porque muitas pessoas usam a mesma fragrância. Que mal há nisso? Não sou do tipo que liga pra exclusividade. Eu ligo pro meu bem-estar. Quero ser feliz e ponto. E que venha o Fantasy!

No mais, me custou tão pouquinho que eu sucumbi. Fato: não pagaria caro por ele, já que não o usarei com muita freqüência, sabe? O segundo parágrafo deste post explica o motivo.

Mais sobre o Fantasy aqui.

Desejo do dia: Jolie Rose (Azzaro)


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Esse eu quero só pelo frasco. Rá! Não conheço esse perfume, mas só de ler as notas, imaginei algo bem inho. E acho que não me enganei, já que o povo comenta que é mais um floral frutal comunzinho. Mais um EDT do tipo “usemos em casa, pra passear com o cachorro ou pra ir ao supermercado só pra ficarmos cheirosinhas”. As notas? Groselha, kumquat, rosa, violeta, lírio e almíscar. O frasco? [sorriso de Hebe] Uma gracinha! O preço? [sorriso da rycah Gi Bündchen] Nada muito caro não perto do que tem por aí (cerca de 100 realezas em terra brasilis, sendo que sempre rola um descontinho amigo e estamos falando de 50 emiéles, ok?). Enfim, eu quero, mas acho que dificilmente catarei (minha wishlist urge).

Giovanna Baby e os demônios


by Vanessíssima em ,

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Preciso exorcizar alguns demônios. Tenho dessas às vezes. Botei na cabeça que preciso ter o famigerado Giovanna Baby rosinha de novo pra tirar a aura nebulosa que paira sobre ele na minha vida. Usei esse perfume [eu e a torcida do Flamengo, néam?] quando eu estava no comecinho da adolescência (lá pelo início dos anos 90) e vos digo que ele me acompanhou numa fase braba. De modos que o coitado ficou com uma vibe ruim que eu quero eliminar. Sinto que tenho que usá-lo de novo, agora que estou plena, pra resgatar o coitadinho. Não quero que ele continue sofrendo, que fique preso no passado, que siga agarrado a um momento punk da minha vida. Giovanna Baby rosa, você precisa de ajuda e aqui vou eu! Sim, eu sou doida. Quem me acompanha sabe. Pra quem tá chegando agora, prazer, sou doida.

A propósito, naquela época, notas pra mim eram as musicais ou as de dinheiro. E eis que hoje tive a curiosidade de pesquisar o que vai no Giovanna Baby. Bom, vai isso: lavanda, rosa chá, jasmim, muguet, sândalo e musk.

Perfume: válvula quebrada, pessoa nervosa


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Ter um perfume com a válvula quebrada é o mesmo que entrar numa doceria fazendo dieta. De cortar o coração. De revirar os olhos. De espumar. O nome do boi? Washed Cotton (Gap). Fui catar meu dito cujo devidamente guardadinho na caixa original e pimba: a maldita válvula spray tinha se soltado do caninho e tava lá balangando feito equilibrista na cama elástica. Pois é, aconteceu. Dá pra usar o perfume? Dá. De boa? Não, de boa não. Tô notando que a borrifada sai fraquinha e antevejo o dia em que aquilo vai pifar de vez. Dá pra consertar? Se dá, ainda não descobri. Culpa de quem? Da Gap, que não me consegue fazer um frasco decente. Por quê? Oras, já soube de diversos casos envolvendo alguns probleminhas com o malfadado frasco do mesmíssimo Washed Cotton. Resultado: meu sobrenome agora é Pessoa Nervosa. Néam? Gap, tô de mal! 

É tão lindo, que eu quero!


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Stila One Step Correct é o nome dele. Lindo, né? Tão lindo, que eu quero. Não sei se presta. Só sei que é bonito e eu quero. É um primer. Mas eu queria ele antes de saber que ele era um primer. É foda ser eu. Muito! No mais, acho válido você clicar na imagem pra ver ela grandona. Sim, eu acho. É, eu já disse: é foda ser eu!

Grammy tributado pela Receita


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Deu na Folha.com: Grammy paga imposto para brasileiro receber prêmio

Na segunda-feira, o engenheiro de som Enrico De Paoli recebeu uma caixa em casa, no Rio, vinda dos EUA. Era um Grammy –prêmio de mais prestígio na indústria da música– conquistado pelo trabalho no álbum mais recente do cantor Djavan, "Ária" (2010). Ele não pôde ir à cerimônia, em novembro, e a estatueta veio pelo correio.

Na caixa, junto com o troféu, um envelope com um Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais, guia para cobrança de impostos) no valor de R$ 35,26. O engenheiro não sabia, mas o recebimento de prêmios vindos do exterior é taxado, entendido pela Receita Federal como importação.

A estatueta se enquadra no regime simplificado de tributação para importados, que prevê alíquota de 60% de Imposto de Importação (II) e ICMS, imposto estadual, de 15% no Rio. Pelos R$ 21,15 de II e R$ 10,08 de ICMS, o valor declarado do Grammy foi de pouco menos de R$ 40, fora os impostos, é claro.

Paoli descobriu só no dia seguinte que os tributos já estavam pagos "pelo remetente" –o próprio Grammy.

Continue lendo a notícia aqui.

Falar o quê, néam? Se nem o Grammy escapa, imagina nossos perfumes! E nem vamos comentar sobre os tributos devidamente já pagos pelo próprio remetente.

Meus cabelos desejam: Orofluido


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Sim, meu cabelo quer o pack promocional com o óleo e a máscara. Metido ele, néam?

Desejo do dia: Trésor in Love (Lancôme)


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Não conheço. Quero. E desde quando eu preciso conhecer algo pra querer, néam? E o que é esse pescocinho enfeitado, meu povo?! Um deslumbre!

Notas de nectarina, bergamota, pêssego, pêra, rosa, jasmim turco e cedro.


Cafungada e paixão: Chance Eau Tendre (Chanel)


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Passando pra dizer que, finalmente, tô amando um Chanel. Já tava me achando um ser abominável por não ter me encantado pra valer com nenhum perfume da maison. Mas aí eu me deparei com o Chance Eau Tendre. E gamei nele! Rojões, por favor!

O dito cujo veio no escuro. Não o conhecia. Botei fé e comprei. Grata surpresa.

Esqueça aquela pungência habitual dos perfumes Chanel. Chance Eau Tendre é delicadíssimo. Projeção discreta, aura sublime. Aqui o mínimo é o máximo. A elegância está na simplicidade e na sutileza.

Esqueça o acento chipre da família Chance. Chance Eau Tendre vai por outro caminho, é floral frutal e (pra minha sorte) não parece integrar o clã Chance.

Saidinha frutada. Coração floral. Fundo clean. Perfume confortável. No meu Top 5 com certeza.

Minha mais nova paixão traz grapefruit, marmelo, jasmim, jacinto, almíscar, íris, cedro e âmbar. Pois é, você já viu alguns desses acordes antes. Sim, Chance Eau Tendre remete ao belíssimo Daisy (Marc Jacobs). Que bom! Três notas estão presentes em ambos: grapefruit, jasmim e almíscar.

Fresquíssimo, levíssimo, lindíssimo. Dias de sol merecem Chance Eau Tendre.