Archive for Maio 2012

Desejo impossível do dia: Fleur de Vanille (Fragonard)


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Por que impossível? Não tem quem envie Fragonard para o Brasil. Choremos.

Leitura do dia


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Por que tudo é mais caro no Brasil? Descubra aqui.

Cafungando o Rouge Royal Elite


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Conhecem o Rouge Royal (Marina de Bourbon)? Adoro! Falei dele aqui e aqui. Hoje não vivo sem ele. Cheiro de alegria sabor morango azedinho. Acontece que sempre fui doida pra conhecer o irmão mais novo dele, o Rouge Royal Elite (foto). Aliás, eu até fiquei em dúvida na hora de catar o meu: Rouge Royal ou Rouge Royal Elite? Na dúvida, fui no que eu já conhecia. E posso falar? Fiz a escolha certa.


Acabei recebendo uma amostrinha do
Elite e, bom, sou mais o primogênito. Não que o Elite seja ruim, mas é que ele é tão simples, tão linear, tão enjoativo...


Elite
é o Rouge Royal sem limão. E justo o limão dá um frescor na fragrância, quebrando aquela doçura extrema, saca? Pra mim, o limãozinho é indispensável. É ele que me permite usar o Rouge faça frio ou calor. Já o Elite, bom, até no frio ele me incomoda.


Notas do Elite? Bom, vamos lá: groselha negra, morango selvagem, morango, jasmim, ylang-ylang, rosa, vetiver, sândalo, patchuli, âmbar e baunilha. 


Sendo realista e indo direto ao ponto?
Rouge Royal Elite é morango suculento do começo ao fim e só. Isso era pra ser uma coisa boa, né? Mas, pra mim, falta um algo mais. E quer saber? Difícil agüentar os 10 primeiros minutos dele, com toda aquela morangada encorpadona e pungente, berrando no meu nariz. Depois ele acalma e tal, mas fica tão superficial, tão infantil/menininha, tão sambinha de uma nota só. E pior: na minha pele ele termina com um cheirinho sintético de plástico, que, putz, me desgostou. 


Mas, gente, isso tudo aí é devaneio meu, ok? Conheço muita gente que ama e até prefere o
Elite, viu? Mas, óh, se você não curtiu o original, nem tenta o Elite. Ele é bem mais morango, bem mais doce, bem mais forte.


Desejo do dia: Osez-Moi (Chantal Thomass)


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Conheço não. Só quero. Notas? Frangipani, rosa, camomila, peônia, baunilha, almíscar e vetiver. Bons narizes dizem: tem cheirinho de banho, de talquinho de bebê. Opa, tamos aí! Na lista!

Love do século: Shalimar Parfum Initial


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O mundo sabe que meu perfume-metade é o Eau de Shalimar (Guerlain). Bom, o mundo vai saber agora que o dono do meu coração tem outro nome: Shalimar Parfum Initial (Guerlain). A família é a mesma, as fragrâncias são parecidas, mas tem um algo mais no SPI (
Shalimar Parfum Initial, ok?) que me conquistou com força.

Eau tem limão (Eau de Shalimão, diz marido). Initial tem bergamota. O limão do Eau chega chegando. A bergamota do Initial vem em passos comedidos. Rosa, jasmim, e âmbar dão as caras no Eau. Rosa e jasmim também estão no Initial, junto com vetiver, patchuli, almíscar e, pasmem, caramelo. Baunilha, tonka e talquinho estão nos dois. Ou seja, um grande viva ao guerlinade


Achei SPI mais parecido com o Shalimar original do que o Eau. SPI é mais delicado (em comparação com o primevo e também com o Eau). É mais rente à pele e incrivelmente mais confortável. Nada nele grita, é tudo bem equilibrado. No frio ele é quentinho, com uma doçura adulta e inteligente, e no calor ele se mostra um tanto quanto fresco, com suas frutas lindas. Elegantíssimo sempre!


Porém, o que mais me chamou a atenção no SPI é que, apesar de estar a anos-luz de ser uma escola de samba, ele tem tanta evolução quanto. Na saída ele é um, no coração ele é outro e, quando surgem as notas de fundo, ele se transforma ainda mais, mas sempre mantendo a mesma “alma”, aquele arzinho vintage, saca? Mas não se engane: ele é moderno, tal qual um pretinho básico revisitado (ou seja, um clássico modernizado). Por essas e outras, eu diria que SPI é pra quem gosta de fragrâncias clássicas, ok?


Notas iniciais frutais e verdinhas dão lugar a um floral leve e almiscarado com uma pitadinha de patchuli, que termina em baunilha e caramelo, tudo sempre permeado por um talquinho bão. E a fixação, olha, estupenda, viu? 


Em suma, Shalimar Parfum Initial foi uma das minhas melhores e mais memoráveis compras no escuro (o meu veio da Sépha mediante cupom 7ACD, que me deu 15% de desconto e, não, não tô ganhando nadinha da loja pra fazer essa propaganda). Aliás, fiquei tão feliz com essa aquisição, que arrematei no eBay amostrinhas da recém-lançada versão L´Eau desse perfume. Tô louca pra conhecer e, quiçá, virar adquirente de um frascão disso também. Assim que eu cafungar, venho contar. Por ora, tô em êxtase com o SPI


Update: Detalhes “técnicos” e resenha completa sobre essa delícia? Clica!


Ganhei o dia


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Frio de rachar e chuva pedem Flower By Kenzo Essentielle. E eis que marido exclama: “hum, que cheiro bom de talquinho de bebê!”. Foi lindo, cara! Ainda mais pra quem já ouviu de outrem: “afe, que cheiro de talco de velha!”. É, ganhei o dia.

Desejo do dia: Tea Rose (Perfumers Workshop)


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Desconheço. Cobiço. 

Cafungando o David Beckham


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Intimately Woman (David Beckham)
? Sim, queremos! Parecidéééééérrimo com o Pure Poison (Dior), só que menos pungente e beeeem mais barato (vide Sépha). Ah, você não conhece o Pure Poison? Falei dele aqui no blog e também no E-LINDA.

Intimately tem flores brancas, bergamota, rosa, lírio de Casablanca, tuberosa, flor de laranjeira, baunilha, sândalo e musk. Pra que não tem medo de floralzão e encara tuberosa numa boa, viu? Achei lindo, cremoso e gostoso! E mais usável do que o Dior (lê-se mais suave e diurno).

Update:
Provei de novo e achei esse perfume enfadonho. Não é tão rico quanto o Pure Poison. Falta classe, sabe? Melhor juntar dinheiro e catar logo o Dior se é dele que você gosta. Fica a dica. No mais, o post original aí em cima permanece, pois muita gente pode cair no mesmo erro, achando, numa primeira cafungada, que o Intimately substitui o Pure. É isso.

Cafungada: Daisy Eau So Fresh


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Não é segredo que sou apaixonada pelo
Daisy (Marc Jacobs). Já falei dele aqui no blog.

Esta semana fui atrás do Daisy Eau So Fresh. E, bom, sou mais o Daisy primevo. Mil vezes mais. Eau So Fresh é bom, mas achei muito menininha, comedido demais, enfadonho até, por vezes enjoadinho, sei lá. Senti também um cheirinho chato de maquiagem nas notas de fundo, que, poxa.


O bichinho mais novo traz notas de framboesa, toranja, pêra, rosa selvagem, violeta, flor de maçã, ameixa, cedro e musk. Deixa menos rastro do que o Daisy, que já é bem discreto. Achei mais docinho também. 


E, sim, eles têm algo em comum, especialmente na saída. Aquele brilho do Daisy, que me faz cair de amores por ele, aparece no Eau So Fresh, mas vai embora rapidinho. E depois eles se diferem. Nada de toquinho verde, nada de gardênia, jasmim ou madeiras branquinhas. No mais, Eau So Fresh tem mais fruta do que flor, ao contrário do mano mais velho.


Em suma, achei Daisy mais alegre, mais luminoso, mais adulto também. É mais a minha vibe atual.


Cafungando a baunilha extrema da CSP


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O meu é este, da embalagem nova (sim, ela mudou)

Ceis lembram que eu
chiei aqui que queria um perfume com cheiro de essência de baunilha culinária e que achava que o Vanille Extreme (Comptoir Sud Pacifique) seria isso, néam? Pois bem, catei um. Não tinha como não. Fato.


De modos que meu
Vanille Extreme chegou e, bem, oops. Pois é, ainda não achei a minha baunilha Dr. Oetker em forma de perfume. Mas digamos que eu tô quase lá. Sim, porque esse perfuminho da Comptoir é o que mais chega perto do que eu tô querendo. E, gente, cá entre nós, que grata surpresa esse Vanille Extreme, viu? A viciada em baunilha aqui adorou!


Não senti o toque alcoólico, licoroso mesmo, que eu desejava. Mas senti a baunilha bonita, reinando absoluta, toda linear, deliciosa, salivativa e tal. No lugar do alcohol notei um tico de leite. Mas, óh, as adoradoras de baunilha não hão de se decepcionar. Entre os inúmeros espécimes do tipo que me apresentaram nesta vida, esse é o mais comestível que cheirei. É o que mais se aproxima do que usamos na culinária e ponto final.


No mais, esse perfume não é do tipo que causa dores de cabeça em quem usa, viu? Quem é chegada numa baunilha sabe do que eu tô falando. Tem baunilhas que requerem uma altíssima energia vibracional pra serem usadas, néam? Essa não. Apesar de doce à enésima potência, essa fragrância é confortabilíssima e, pasmem, em mim, supre com louvor a necessidade de comer doces. Será que descobri a dieta da baunilha? Rá!


Todavia, é evidente que coisas extremas requerem parcimônia. Ou seja, guarde seu
Vanille Extreme pro frio, dê pouquíssimas borrifadas e seja feliz!


Love, Chloé: amando o amor


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Eu sou daquelas que amam um chazinho no frio. Justamente por isso, não tenho dispensado meu Love, Chloé (Chloé). Coisa mais delícia desse mundo esse perfume, viu? A saber.


Oficialmente, LC tem flor de laranjeira, pimenta rosa, íris, jacinto, heliotrópio, lilás, glicínia, almíscar e arroz.


Meu nariz, surreal como sempre, sente um aromático chá de flores no LC. E que chá, meldels! Delicado, confortável, elegante e romântico. Sim, chá elegante, chá romântico. O chá é meu e o gosto dele tem sabor do que eu sinto e ponto.


Também percebo um atalcadinho discreto (sou fã de talquinho!). E comemoro, pois estou diante de uma fragrância diferente de tudo o que já senti. “Encantadora” define.


Chá pra toda obra, LC fica lindo em dias quentes. Mas é no frio que ele mostra toda sua beleza com esplendor. Incrível, né? Mas é verdade. O carinha é versátil. No calor ele exala flores e no frio ele aquece, acalma e conforta como um bom cobertor. No mais, nem precisava, mas a embalagem é um mimo só!