Ah, o Parisienne...


by Vanessíssima em , , , ,

Comments Off



Eu tenho uma vizinha imaginária muito má. Diana fica lá me tentando e eu cá salivando com os olhos esbugalhados feito zumbi comedor de cérebro. Culpa dela que agora eu PRE-CI-SO de um Parisienne (YSL) pra semana passada! Gente, como esse perfume pode ser tão lindo? Como deixei escapar uma coisa dessas? Como? Justo eu, fãzaça de rosa (a flor, não a cor)!


Pense numa diurna água de rosas azedinha que traz, ao mesmo tempo, um tiquinho de cremosidade. Pense em cheiro de conforto, de banho, de limpeza, de elegância. Imaginem uma fragrância jovem, delicada, fresca, romântica, inofensiva, sutil com presença (sim, isso é possível!) e ensolarada. Pinte aí no seu delicioso cérebro (meu lado zumbi, sorry) um perfume que te faz sorrir, que te passa uma energia boa, uma vontade de viver a vida. Taí esse querido!


E olha que ele tem uma nota que me faz tremer na base: violeta. Mas, graças, ela não toma a frente da fragrância. Não na minha pele. É claro que o perfume ficaria melhor sem ela (não vou negar prontofalei), mas sobrevivo. Até porque todas as notas cantam praticamente juntas, afinadinhas. Estão lá cranberry, amora, rosa damascena (venero!), violeta (ela!), peônia, vetiver, almíscar, sândalo e patchouli (outra nota problema pra mim, mas que, ufa, surge sutilmente aqui). Porém, é a rosa que ganha destaque e, junto com as frutas vermelhas, ela resulta em algo lindíssimo bem na vibe floral frutal. E fixa, viu? Em mim grudou legal!


Curioso que jamais provaria Parisienne por conta própria. Não depois de saber que ele tem duas notinhas complicadas pra mim (violeta e patchouli, como você já deve ter percebido). Mas criei coragem e fui (né, Diana?). E que grata surpresa! Para moças de fino trato.


PS: Dois Ivi São Lorrão na seqüência aqui no blog, hein? Não foi proposital. Juro!