Daí eu peguei e


by Vanessíssima em , ,

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Fui lá conhecer o Dolce Vita (Dior). Porque toda mulher precisa cafungar os grandes clássicos, mesmo que seja pra falar mal (ainda que não seja o caso aqui, pelamor). E foi depois de uma gostosa borrifada que me toquei: eu já havia me deparado com esse perfume, só que sem saber. De sorte que devo corrigir a frase aí de cima. Então, ficamos assim: “Fui lá reconhecer o Dolce Vita (Dior)”.


Quando o senti anos e anos atrás, nem dei bola. Não era louca o suficiente por perfumes. Na época, minha sanidade mental estava em ordem. Agora que endoideci de vez, a coisa tomou outro rumo e virou assunto.

Classificado como oriental amadeirado, Dolce Vita abre com lírio, pêssego, grapefruit, bergamota, rosa e cardamomo. Segue com damasco, magnólia, heliotrópio e pau-brasil. Fecha com sândalo, coco, baunilha e cedro. Te juro que não senti essa misturância toda não. Senti foi é pêssego em calda com canela, baby! E como senti! Por horas e horas e horas. 

O que mais posso dizer? Foi como se eu despertasse e dissesse cá comigo: oi, acordei boiando toda bonita numa lata de La Violetera

Bão, eis um perfumão feliz (atentem para o “ão”, ok?)! Enfim, taí uma vida super doce e quente, potente, alegre, pra cima, garbosa, adulta, intensa, senhoura de si. No mais, La Violetera by Dior é lindo e aprendi que vai bonito na arte do layering.