A maior decepção perfumística de 2012


by Vanessíssima em , , ,

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Quem me lê sabe o tanto que o Prada Candy entrou e saiu da minha wishlist ao longo do ano passado. Foi querência e desquerência a torto e a direito por aqui. O problema todo orbitou ao redor do seguinte fato: eu não conhecia esse perfume e, pelo que andei lendo na internê, as opiniões sobre ele estavam bastante divididas. Entendeu por que eu tanto queria e desqueria o dito cujo? 


E acabou que, até segunda ordem, ele foi parar de verdade na minha lista de futuras aquisições. E então (milagres acontecem), não mais do que de repente, eis que no fim do ano recebi uma amostrinha dele numa compra que andei fazendo por aí. O fato é que catei o flaconete nas mãos e me senti ganhando na loteria. Estava eu diante do Santo Graal? É, perfumólatra é dose mesmo. 

Nem sei como explicar isso, mas foi borrifar o bichinho e meu mundo caiu. O chão se abriu embaixo dos pés e eu fui parar lá no centro da Terra. Te juro! Decepção define. E olha que eu nem esperava taaaaanto desse perfume. Imaginava um docinho gostoso, pra usar sem comprometer, sabe como? Mas não.

Na real, Prada Candy é mais um docinho bobinho qualquer no meio da multidão. Inho, inho, inho meeeeeeesmo. Superficial, chatinho, linear, insosso. Foi o que eu achei. Foi como ele ficou na minha pele. Simples assim.

Tem lá o DNA da Prada sim, mas, na minha modesta opinião, ele não salva a fragrância. E digo mais: fiquei incomodada com toda aquela inheza. Acredite, esse bonito aí me deu uma dorzinha de cabeça chata. Pra minha sorte, a fixação foi pífia e o incômodo passou logo. 

Eu sei que tem muita gente que gosta dele (entendo e respeito, evidente). Mas me incluam fora dessa. E, deus, obrigada pela amostrinha alcançada! Assim me livrei de comprar um frasco (nada barato, diga-se de passagem) no escuro e de me sentir culpada pelo resto da vida. 

Putz, Prada, custava fazer algo criativo, diferente, avassalador e indispensável, hein?