Madly e o bicho errado


by Vanessíssima em , ,

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Eu sou Kenzete, cara. Sérião. Gosto de praticamente tudo o que Kenzo-san traz em termos perfumísticos. Por isso mesmo, não sei como eu me esqueci de ir atrás do Madly pra cafungar. E, bão, daí que eu fui. E o que tenho a vociferar é triste, colega. Muito triste. E simples: não rolou.


Borrifei o EDP e senti apenas unicamente tão somente e não mais do que própolis. Do comecinho ou fim. E nada além. Horizonte pequeno mesmo. Loucamente própolis (tendeu o joguete com o nome fragrância? hein? hein? hein?). 

E, caraca, como cheiro de própolis me atormenta nessa vida! Odeio! Sou familiarizada com a coisa, sabe? Aliás, vou além. Sou usuária da coisa (aplico extrato de própolis na espinha pra secar a monstra fikadica). De sorte que garrei birra do Madly que, por sinal, fixa absurdamente bem.

Descrito como floral oriental, oficialmente ele traz flor de laranjeira e pimenta rosa na abertura, incenso, heliotropo e rosa no coração, e almíscar, cedro e baunilha na base. Ué, própolis, cadê você? É, pois é, não tem. Mas meu nariz e outros mais sentiram essa presença do além (ufa, não sou a única doida).

No mais, eu li que o frasco desse perfume foi inspirado no movimento das asas da borboleta em pleno vôo. Mas tenho cá comigo que Kenzo errou de inseto. Ah, se errou! Não era pra ser abelha não, Kenzo-san? Opa, a-be-lha, hai