Hora de Ninar


by Vanessíssima em ,

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Nem me toquei que ainda não tinha proseado detalhadamente sobre o Nina (Nina Ricci). Gosto tanto dele. Acho tão meigo, diurno, versátil e coisa and tal.

Pois bem, ele é floral frutal e vem com limão amalfi e limão tahiti na saída, maçã verde, peônia, praliné e datura no coração, e macieira, almíscar e cedro na base.

Docim azedim confortável, Nina se mostra mais doce no inverno e mais fresco no verão. É o que acontece na minha pele. Perfuminho mutante esse. E eu adoro isso.

Já ouvi de um tudo sobre ele, que tem cheiro de caipirinha, que o doce dele é enjoativo, que o lado cítrico pinica o nariz, que ele é infantil, que não tem cheiro de nada, enfim, as opiniões movem o mundo e viva a diferença!

Só sei que ele faz sucesso. Quer uma prova? Contei dez flankers dele. Sim, dez! E olha que ele foi lançado em 2006! Relativamente recente, vai!

Minha pessoa vê o Nina assim: ele abre cítrico (é o limão trabalhando), vira um frutal calcado na maçã envolta por flores, a doçura do praliné apara as arestas e carameliza as frutas, o almíscar é limpinho e o amadeirado é leve, diáfano. 

Nina me remete a parque de diversões, sinônimo de alegria e junk food delícia, com risos soltos, gritos felizes e aroma de guloseimas no ar. Eu, que sou mega fã de montanha-russa, borrifo meu Nina-maçã e vou trabalhar, fechada entre quatro paredes e lamentando não estar dentro de um carrinho invocado num looping magnânimo.