sobre

Uma vã mulherzinha. Que expele palavrinhas. E que também é Van. E de coloridos modos. E de sonoros tempos. Em suma, de aromáticos ares. 

No mais:

1. Não existe unanimidade, ainda mais em perfumaria. Se eu digo que um perfume é bom é porque EU gostei dele. É coisa pessoal, questão de gosto, de nariz, de pele, de humor, de clima e de momento. Não quer dizer que o mesmo perfume vai ficar um pitéu em todo mundo, né? Aliás, eu já torci o nariz pra coisa que acabei amando mais tarde e já adorei fragrâncias que se tornaram por mim odiadas tempos depois. 

2. Se eu falo mal de um perfume, eu tô tomando minha pessoa como base, coisa personalíssima, como acabei de explicar. Por isso, digo e repito: não existe perfume ruim; tudo depende de quem o sente.

3. Se eu desgosto de um perfume, eu só desgosto dele e não de quem o usa. Não é nada pessoal, ok?

4. Comprar perfume sem cafungar o dito cujo é pra quem curte correr riscos. Se você não conta com um certo grau de ousadia, não faça isso.

5. Fixação fraca não torna um perfume ruim. O que torna um perfume bom é a experiência olfativa que ele proporciona, não o tempo que o cheiro gruda em você. Que seja eterno enquanto dure, néam?

6. Quem compra em sites de fora precisa, de antemão, considerar a taxa de 60% da Receita e o imposto estadual que impera em algumas localidades. Escapar da tributação é sorte, não regra, afinal toda encomenda vinda de pessoa jurídica está sujeita à taxa, independente do valor da compra. 

7. Este blog é um espaço onde eu registro minhas impressões imprecisas sobre perfumes e troco idéias com narizes pensantes. Sou apenas uma mera colecionadora de fragrâncias. Não tenho pretensões, apenas devaneios. 

8. Não acredite em nada do que você lê aqui. Pesquise com seus olhos, cafungue com seu próprio nariz e não me culpe ou me agradeça por nada, hein!